.:: Dangerous MJ ::.
Bem vindos a Dangerous MJ. Para visualização de alguns tópicos é necessário estar cadastrado. Não leva nem um minuto! Cadastre-se!

A Número Um

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

A Número Um

Mensagem por Mila em Seg 1 Jul 2013 - 15:36




A Número Um

Sempre fui uma menina normal e até normal demais, mas tinha uma coisa que todos gostavam de me titular “como a doida” por ser fã de Michael Jackson. Eu não ligava muito para o que diziam sobre ele nem sobre mim em ser fã dele.

Ninguém me dava CDs e DVDs dele, ninguém me ajudava a fazer a coleção dos Jackson 5, The Jacksons então, sua opiniões não eram validas. Uma vez que quem era MJFAM era para sempre mesmo o mundo nos titulando de malucos.

Nós apenas seguíamos como soldados do amor.

E defenderia o homem mais incrível que o mundo já tinha conhecido, esse homem que se chamava e se chama Michael Jackson ou Michael Lindo Jackson como você preferir. E em mais um dia da minha vida, algo diferente aconteceu e eu apenas segui como mandava o destino.

Um estrondo me soou na minha mente.

Ah! O que tinha que feito dessa vez?

O rouco barulho que tava na mente vinha fazendo um zumbindo se fez fininho lá dento da minha consciência, se é que eu tinha uma. Senti alguém me sacolejar para um lado e para o outro. Aquilo nãoe estava certo.

-- Moça? Moça? Está sentindo bem? Um homem barbudo perguntava pertinho de mim e foi quando dei por mim que estava no chão, no asfalto.

Abri meus olhos olhando-o abismada em tal situação que eu estava. De novo com problemas? Essa não. Pensei. Eu me afastei dele bem devagar e quando fiquei de pé notei que estava entre carros e motos na grande avenida da cidade.

-- Eu estou bem sim moço. – Disse tocando na minha cabeça—Mas onde estão minhas pizzas?

Ele olhou em volta e fiz o mesmo, foi quando vi todas às treze pizzas que entregaria no hospital UCLA Medical Center estavam todas esmagadas e jogadas ao chão.

-- Oh Deus, veja isso! Estou ferrada agora. Mas o que me fez cair?—Eu olhei em volta novamente.

-- Eu te vi menina, estava olhando para o cartaz ali. O velho barbudo já do outro lado da rua.

E foi quando lembrei.

Eu estava olhando no novo cartaz e propaganda da Sony Music. Ali dizia que o novo álbum de Michael Jackson ia sair. O novo álbum do Michael Lindo Jackson. Deus, eu ia morrer nessa semana mesmo.

-- Claro... Oh velho por que não me disse logo! Eu falei levantando minha lambreta e corri para colocar algumas fatias de pizza dentro da caixa.

-- Você não perguntou oh sua mal educada. Ele resmungou indo embora.

Eu revirei meus olhos e voltei a minha lambreta e com alguns daqueles ricos safados loucos para chegarem em suas casas, eu sai acelerando na minha magrela, é minha lambreta se chamava assim.

Corri o  máximo que pude até o hospital e não queria perder a oportunidade de vender 13 pizzas para o hospital mais mara (maravilhoso) da cidade, e perder a chance de andar no mesmo lugar que os Jackson tinham andando um dia, não era pra mim.Embora tivessem ido lá em um momento que mudara minha vida.

A morte dele caiu como um balde de água fria em um indivíduo magro pelado no polo sul.

A metáfora na minha cabeça era bem engraçada, mas se pensasse bem, não era nada fácil. Minhas lagrimas até hoje ainda apareciam nos meus olhos a cada aniversario de sua morte e infelizmente, eu só era uma fã. Infelizmente.


Desde pequena minha loucura era ser algo de perto dele, mas não da família dele. Eu queria ser como ele, mas não conseguiria sendo uma entregadora de pizza então eu resolvi ser fã dele e estudar jornalismo investigativo desde sua morte por que tinha entrando em um pensamento de sua suposta sobrevivência.

Digo, aquilo me deixou doida por meses.

Mas eu tinha certeza que se Michael Lindo Jackson tivesse me conhecido, muito ele não tinha feito.

Cheguei ao hospital e correndo fui até a recepção, Antonieta me odiava por sempre acontecer algo comigo e aquilo só queimava minha reputação. Uma vez que se você queria sucesso você tinha que ser querida então, era essa a minha estratégia, uma vez que a família Jackson ia ali naquele hospital uma vez no mês quase. Ele eram estranho, mas tinha certeza que guardavam tesouros de Michael que nunca ninguém nem ele mesmo lembrava, e esse era o meu alvo.

-- Me deixe adivinhar, fora roubada dessa vez? Antonieta disse me olhando chegar as pressas no balcão.

-- Hei, Oi Antonieta, que linda está hoje e diga-me que o gato do doutor Rogério ainda não chegou. Eu disse tirando meu capacete e colocando no balcão junto com as pizzas.

-- Não ainda não, ele espera pra comer suas pizzas. Tem sorte que ele te paga um gorjeta. Ela disse com sua face nada legal. No meu mundo, ela era o Joe Jackson.

Nojenta.

-- Ainda bem, o gatão ainda não chegou. Céus, hoje quase morri. Eu falei tentando respirar.

Ela olhou desconfiada pra mim e me viu pegar o celular. Eu tinha que avisa pra Vitor que sairia logo o novo CD de Michael, cara, nós tínhamos que ter ele.  Ou eu não era a fã numero um.

-- Não sabia que a pizzaria agora colocava flocos de areia por cima do queijo. Ela disse revirando os olhos de insatisfação.

-- Olha me perdoa tá legal? Cai da magrela e um barbudo parecia que queria fazer respiração boca a boca comigo e esse trabalho e essa faculdade estão me matando e eu nem se quer sabia que meu lindo vai lançar um novo CD, quer dizer a Sony vai. Eu falei tentando ligar novamente para Vitor.

-- Do que está falando criatura? Antonieta disse rindo.

-- Do novo CD do MJ. Vem me dizer que não sabe quem é Michael Jackson? Pelo amor, você é negra criatura. Eu disse achando aquilo um absurdo.

-- Ah então é por isso que te chamam de Tila Jackson. Você é a maluca que sempre vem aqui procurando um dos Jacksons e algo sobre Michael.  Ela ainda sorria.

-- É Tila JACKson, assim com o JA bem alto. Uma ofensa não saber quem eu sou. Se não sabe eles se esqueceram de mencionar que existe mais uma Jackson. Eu aqui! Eu disse sentando-me na cadeira esperando o lindão chegar.

-- Sei...

Tentei mais uma vez ligar para Vitor nós tínhamos trabalhos a fazer. E finalmente aquele idiota me atendeu. Vitor e eu éramos os únicos malucos e fãs de Michael Jackson assumidos. Dias de terças e sextas eram dia da camisa MJ e nós íamos com nossas camisas muitas vezes feitas a mão ou que comprávamos no bazar.

Desde que meus pais tinham viajado para trabalhar fora do país, morar com ele de favor e dormir na garagem fedorenta do pai dele era meu refúgio uma vez que não queria viver sozinha no apartamento da família. Éramos loucos por assim dizer. E éramos donos do fã club IN THE CLOSET. E o total de membros eram eu ele e o Rufos. O cachorro babão dele.

Nós íamos crescer aquele negócio.

-- Say Say Say falando... Vitor falou em nosso código secreto.

-- Aqui é PYT... Você nem sabe Vitor, eu acabei de ver uma propaganda da Sony Music que vai lançar um novo CD do Michael, ai Vitor, eu vou morrer amigão. Eu disse me batendo toda na cadeira do hospital.

-- Não mente pra mim Tila, dá uma última vez que fez isso precisei usar a bombinha. Ele disse parecendo acordar mais para o que eu dizia.

-- Não estou mentindo cara é sério está lá no outdoor pesquisa aí que ainda estou trabalhando. – Eu disse vendo o lindo carro do Rogério chegar.

-- Ok, às 10:00 da noite sem falta aqui em casa! Ele disse morto de preocupado.

Eu sorri sozinha. Parecia a primeira vez que tínhamos feito o download do cd dos anos 80 de Michael de um site privado. Vibramos e ficamos três meses dentro de casa sem usar a internet. Com medo de alguém nos achar.

A verdade era que Vitor era o meu único amigo desde sempre. O encontrei pendurado na arvore do jardim da faculdade querendo se matar no dia que Michael nos deixara, eu estava chorando debaixo da arvore perguntando por que Deus tinha feito aquilo conosco e foi quando o vi.

Franzino com sardas e um óculos dos anos 80 e um cabelo ruivo parecendo aquele vermelho surrado nos cabelos de algumas loiras da faculdade. Vitor era um rapaz até que sozinho assim como eu e ficamos amigos desde daquele dia que lembrei a ele que Michael jamais queria a morte de seus fãs e que se ele fizesse aquilo jamais veria o quanto ele tinha deixado para nós.

Eu entendia o sentimento dele, tanto que eu jamais mencionava como eu tinha ficado depois que soube da morte do meu Rei. Aquilo era guardado a sete chaves, ninguém tinha que saber o grau da minha loucura e tristeza.

E ser MJFAm era assim pra mim. Ser mais atualizada da vida dele o possível, por que o mais maluco que parecesse Michael Lindo Jackson ainda era falado e dava noticias e muito dinheiro mesmo morto e aquilo sempre me intrigava aos montes. Mas já tinha prometido a Vitor segurando o nosso vinil de Thriller que não ia entrar naquela de teorias de conspiração.

Eu o amava e não me importava de dizer e eu conhecida por isso.

-- Hei linda o que faz aqui? O médico mais novo e mais gato do hospital disse chegando com aquela sua graciosidade. Eu gostava do Rogério, mas só nos encontrávamos quando eu estava quebrada.

Antonieta me olhou de canto de olho, ela sabia que além de meu fascínio por Michael eu amava observar o médico novinho do hospital e o mais legal era, seu pai tinha atendido Michael várias vezes no decorrer de sua carreira ali, e foi graças a ele que eu e Vitor ganhamos nossa mais e única foto rara do MJ. Uma que ele estar sentando e dando tchau sendo consultado. Ele se cortara fazendo comida.

Sim. MJ cozinhava.

-- Olá? Trouxe a sua com bastante queijo como sempre gosta só tive um problema na hora de vir pra cá. Esse mundo insiste em me esbarrar. Eu disse sorrindo meio sem jeito. Ele era muito limpinho pro meu gosto.

-- Eu confio em você e que me trás as melhores. Ele disse tirando sua carteira e procurando algumas notas.

Vi Antonieta me observar e lembrei que não seria justo deixar com ele duas pizzas que tinham caído no chão enquanto eu vinha feito louca pra cá, então aquela ficariam por conta da casa.

-- Tome, obrigado e tome cuidado. Ele disse gentil como sempre.

-- Não, não precisa pagar pelas duas de calabresa. Por conta da casa. Até mais. Eu falei dando o troco para ele e sai dali empurrando a porta de vidro.

E sai dali pensando no que tinha marcado com Vitor. A noite estava chegando e mais um dia maluco tinha se dado e mais, aquele noticia era única pra minha vida agora e nada mais que a internet para confirmar suas malucas sensações e paixões platônicas.

Depois da faculdade fui até a casa de Vitor e lá ficamos dentro de sua garagem como o de sempre. Ele tinha as melhores ideias dele naquela garagem e eu os meus mais loucos planos e tínhamos que dá um jeito de ter aquele CD antes que todos na cidade.

Nossos dias eram daquele jeito. Eu chegava na garagem do pai dele e dizia olá para o tio Arnold e Sofia, pais de Vitor e como de costumo depois de quatro anos juntos por uma causa por um amor por um homem, eu e Vitor éramos como irmãos.

E ele já estava como eu esperava.

O que eu tinha de louca ele tinha de pensador isso era o equilíbrio que precisávamos. Nosso sonho um dia era fazer da garagem dele um memorial ou algo que chamasse bastante atenção em nome de Michael quem sabe, os Jacksons viriam.

Sentei ao lado dele e fiquei calada era sempre assim que ele queria por que enquanto ele estava na internet ele parecia um maluco cibernético e não via não falava e não fazia nada só no computador. Ele já tinha na sua tela de pc toda informação possível do CD e estralando a latinha de coca cola sentei ao seu lado olhando que fazia.

-- Bom, está aqui. É um CD com as melhores dele e uma inédita. Ele disse sem me olhar e digitando seus códigos.

Sem querer eu joguei fora de imediato toda a soda que tinha tomado até aquele estante e caiu tudo em cima de Rufos. Como assim uma inédita?

-- UMA INÉDITA? Eu disse limpando meu rosto e Vitor fez o mesmo.

-- É veja isso uma nota. “A Sony Music declara que isso é uma decisão dos donos do espolio e só uma mesmo virá de inédita para seus tão calorosos fãs.” Pode? Ele disse me olhando.

Imediatamente meus olhos começaram a verte lagrimas de raiva. Como assim uma única musica inédita? Eles diziam que iam dar mais musicas que era aquilo que Michael tinham deixado para nós. Mas como assim?

Eu limpei meus olhos antes que minha raiva escorresse em forma de água em meu rosto e encarei Vitor decidida a fazer uma loucura. E aquela seria a maior da minha vida. Aquilo não podia ficar daquele jeito não fora isso que eles prometeram, mas não pra cima de Tila Jackson.

-- Eles estão roubando nosso direito Vitor. Não pode ser uma apenas. É um disco todo. Eu disse levantando e começando a pensar.

-- Mas é isso, uma apenas e as outras faixas remix. Estou fartos dela. Vitor disse arrumando seus óculos e me vendo fritar os neurônios para pensar em algo.

Eu o olhei por segundos e pensei em algo. E se entrancemos na Sony e fossemos procurar essas faixas e as pegássemos e as escutássemos e depois as devolvêssemos? Bom, não seria um roubo. Minha cabeça estava a mil com a possibilidade de nós invadirmos a Sony Music e pegasse as faixas inéditas do MJ. Deus, aquilo sim seria uma prova de amor por ele das melhores.

-- Vamos entrar lá. Eu disse mirando meus olhos em Vitor e vi quando ele se assustou com o que eu dizia.

-- Entrar lá? Você diz entrar na sede da Sony Music da cidade? Você está louca só pode Lita. Ele disse parecendo quere tirar aquilo da minha cabeça.

-- Não. Não estou. Veja bem, é só nó conseguimos entrar na sede, e ai procuraremos algo sobre MJ lá. Vitor, o plano é magnífico e aí não vamos mais esperar por eles para escutarmos músicas do nosso rei. Eu disse quase implorando a ele.

-- Eles têm um grande reforço lá Tila, é de Michael Jackson que estamos falando se nos acharem a cadeia na certa você pirou muito mais que eu quando queria me matar naquela arvore. Ele disse voltando para o que fazia e fingia que aquela ideia não cutucava sua cabeça.

-- Então por que não se joga de vez Vitor? Vem cara, compramos um dos guardas pedimos informações e ai bingo pegamos o que eles tiverem. Prometo que devolvemos. Eu disse vendo ele torcer os lábios com rejeição.

Vitor encarou a tela do pc e arrumou os óculos e voltou a me olhar. Eu estava com um sorriso maior que tudo para ele e ele sabia que aquilo era loucura, mas se nos empenhássemos conseguiríamos. Ora, ele tinha uma jornalista investigativa e um aprendiz de detetive. Éramos bons.

-- O que Mike pensaria de nós?  Ele disse me olhando de canto de olho e sorri feliz da vida por tê-lo balançando um pouco.

Sentei quase pulando ao lado dele e o abracei lhe dando um beijo no rosto.

-- Ele pensará, oh, veja, meus fãs fazem tudo por mim. Eu falei imitando a voz fininha de Michael e Vitor sorriu.

E era o que eu precisava.

Tudo que eu pedia dele ele fazia e conseguia assim que meus malucos planos fossem realizados. Tá, eu sabia, aquilo era uma idiotice, mas eu só queria saber dessas músicas e acabar com aquele mistério de que a Sony escondia faixas novíssimas do King e não disponibilizava em álbuns para nós.

Só não sabia o que iria fazer depois de tê-las em mãos.

E começamos a fazer nossos planos. O bom de morar na mesma cidade que Michael morava no momento que falecera era o fato de se você fosse bem infiltrado conseguia por uma forma rasteira e esperta saber de diversas novidades. Eu tinha uma pessoa que era infiltrada lá com eles, mas não tinha o controle nele.

Bruno, meu antigo namorado conseguira ser um dos seguranças do Rei, sim ele era, mas quando viu o grau da minha admiração por ele terminou comigo e deixou de me dar noticias por anos, só soube que ele fora embora quando o falecimento veio, bom, eu não ia rasgar Michael na frente de todos, ele só ia ter que aguentar a fã número um ora.

Na verdade eu não saberia o que faria se o visse a menos de um metro.

Naquela mesma noite combinamos o que tentaríamos fazer. Era só organizar as coisas ali e colocar nossos conhecimentos sobre MJ e sobre aquela cidade em plano e agir com rapidez. E no dia seguinte nada de faculdade, nós íamos começar a trabalhar.

Eu sai cedo da casa de Vitor e fui correndo para a pizzaria fazer tudo que poderia ser feito para que logo que a tarde caísse eu estivesse com Vitor na frente da sede da Sony Music, para que observássemos o lugar e estudar nossas possibilidades.

Lá pela tarde eu desacelerei minha motinha e notei Vitor do outro lado da rua daquele grande lugar que era aquele prédio da Sony e observei em volta sem tirar meu capacete. Era um lugar calma e tava assim como a rua que Michael gravou Thriller e aquilo me preocupou, se salvar a mim mesma era difícil, imagina salvar um nerd asmático.

Bem devagar eu encostei a moto perto da calçada e peguei uma caixa de pizza que tinha trazido. Olhando ainda em volta continuei constatei que não passava ninguém ali.  Deixei ela um pouco escondida e a coloquei deitada na grama e fui até Vitor, e quando cheguei e o vi, minha vontade era de gargalhar.

Ele estava com um capacete de guerra e uma roupa colada como se fosse um espião e com seu pc nas mãos mais parecia um aprendiz de idiota, mas eu admirava a coragem dele. E ri por dentro.

-- Eu pensei que fosse uma formiga em tamanho grande. Eu disse perto do ouvido dele e ele deu um sopapo pulando para longe de mim.

-- Oh Céus Tila, não pode usar o nosso código? Quase morri de susto! E essa é minha roupa de Halloween, então... A melhor para ocasião. Ele disse arrumando os óculos que eram frouxos no rosto dele.

-- Relaxa Vitor, só têm nós dois aqui e pelo que vejo o prédio também está como Ghost... Eu falei tirando minha jaqueta de couro e sentando na grama que ficava  a frente do prédio.

-- Não se engane, já vi três guardas que passam de 15 em 15 minutos por aquela porta, e sem contar nos milhões que tem lá dentro. E ainda bem que pensou no meu estomago dessa vez. Ele falou pegando a pizza que eu segurava, e o tomei de volta.

-- Não seu tonto, acha mesmo que trouxe para nós? Não oh seu lerdo. Faz parte do plano. Eu falei sentada na grama arrumando meus tênis e calças coladas.

Vitor me olhou e notou que eu estava mais arrumada que o de costume e já tinha sacado que eu ia fazer o velho truque da pizza, ora, eu tinha que ver como era aquele prédio por dentro.

-- O combinado não era entrar no primeiro dia de observação, quer que sejamos presos? E se nos pegarem? Ele disse até que um pouco alterado.

-- Mudei de ideia e você fica aqui, qualquer coisa que te chamo ok? Eu disse levantando e arrumando a decote até que insinuante em mim.

-- Mas... Ele tentou falar.

-- Larga de ser frouxo Vitor, Keep The Faith... Vamos repete comigo. Eu falei séria com ele, nós íamos conseguir.

-- Keep The Faith... Ele resmungou.

-- É isso aí. Agora é tudo por você meu Rei. Eu disse respirando fundo e pegando a caixa de pizza e indo até a entrada do hotel.

Eu ainda ouvi Vitor falar algo, mas deveria ser com algo como iríamos nos comunicar, mas não queria entrar e fazer o ato logo, ia apenas observar o local.

Pisei no primeiro degrau da entrada que dava para a porta de vidro linda e olhei mais adentro, só tinha um grande balcão no meio do salão e mais parecia um Banco aquilo. Olhei para Vitor que fez um sinal que eu estava indo bem, e quando tornei a olhar pela porta de vidro e encostei meu rosto ali, um barulho e um murro no vidro me assustaram.

-- O que faz aqui? Um guarda disse me olhando pelo vidro e segurando meu coração, tentei responder.

-- Oi, é da pizzaria. Desculpe a demora. Eu disse com uma voz como se eu fosse a mais santa das jovens e ele se moveu da minha, vi seu reflexo pelo vidro.

-- Igor, você pediu alguma coisa? – Ele gritou virando de costa, nesse momento, virei-me para Vitor de novo e ele estava com os olhos mais esbugalhados que gente entalada.

O homem lá longe respondeu que não, não tinha pedido nada. Eu franzi minha testa e sabia que aquela loucura não ia dá certo. Mas tinha que tentar.

-- Mas também não pedi droga alguma. O guarda que parecia impaciente me falou abrindo a porta.

E ali, eu agi como se fosse para ganhar o ultimo ingresso do ultimo show do rei. Eu ia atuar.


-- Oi bonitão, não é daqui que pediram uma pizza sabor calabresa? Eu disse sorridente e sabia que ele olhava para um lugar apenas, aquela brecha enorme mostrando meus seios.

-- Não, não pedimos nada moça. Mas.... Se já trouxe. Ele disse meio que sorrindo também e aquele já estava no papo.

-- Oh obrigada querido, assim não tenho que tirar do meu salário para uma suposta volta sem dinheiro. Nossa o que faz aqui nesse palácio?

Eu disse jogando a pizza na nos braços dele e segui andando soltando meus cabelos e olhando em volta. De fato era como um palácio e era grande quando se olhava para cima. E haviam vários corredores e muitas câmeras. Aquilo era um problema.

-- Não é palácio é uma das sedes da Sony. Por favor, venha aqui o dinheiro está com meu amigo. Ele disse tocando muito abaixo da minha costa e eu o olhei séria e depois sorri exageradamente.

-- Claro bonitão... Espero que esteja certo não tem onde ir para trocar o dinheiro, sacas? Pisquei pra ele enquanto começava a andar naquele lugar.

Ele vinha atrás de mim e meus sentidos estavam nele. Se ele tentasse alguma coisa que gritaria mais que Michael quando cantou Beat It em Bucharest e ai sim tudo ficaria uma farofa.

Enquanto caminhava naquele lugar que mais parecia uma grande sede de escritórios, comecei a ver coisas que realmente condenava que aquele lugar era um lugar que guardava musicas e várias coisas importantes de artistas renomados.


E comecei tremer quando vi fotos de alguns artistas pelas paredes ao fundo e alguns mais próximas enquanto andávamos e já tinha entrado ali lembrei no momento, mas tudo estava mudado e MJ ainda estava vivo.

Whitney estava em um lindo quadro com bordas pratas e do mesmo jeito que ela como um lindo Tributo tinham outras cantoras e cantores espalhados por ali, e até vi Mariah com suas intrigantes fotos como se ela sempre estivesse em câmera lenta. Alguém tinha que dizer pra ela que dourado e câmera lenta estavam ficando ultrapassados.

-- Hei, como se chama mesmo? O cara que  me abriu a porta disse parado em um balcão cheio de pequenas televisões e vi o seu amigo me olhando com um face estilo MJ em In The Closet, Naomi, inveja dela....

-- Ah eu? Meu nome é Josefina e me digam... Vocês só ficam aqui o dia todo o que tem de tão especial nesse prédio um tanto triste. Eu disse fingindo está a vontade e encostei meus cotovelos no balcão.

O que estava sentado soltou uma gargalhada um tanto sem noção e disse:

-- Aqui é onde está a maioria das músicas inéditas de artistas importantes menina, não sabe disso? Ele disse arrogante.

-- Claro que sei seu...—Eu ia falar bobagem—E será que tem algo do grande e popular e excêntrico e lindo e perfeito Michael Jackson?

E no mesmo momento vi seus olhos esbugalhados e olharam para mim diferente. Deus, tinha sido descoberta.

-- Você não é fã, é? O que tinha aberto a porta disse me olhando intrigado.

-- E isso é um problema? Perguntei já me afastando do balcão.

O que estava sentado se levantou e veio na minha direção. Ele parecia furioso.

-- Está com câmera escondida ou gravação. Ou é fã ou é esses terríveis paparazzi. Ele falou chegando mais perto e eu começava a recuar.

-- Eu só sou a entregadora de pizza cara, relaxa. Eu falei olhando para os lados e não vendo ninguém para que eu pedisse ajuda, eu tinha que sair dali.

-- Não, muito bonita para uma entregadora de pizza, deve ser mais uma dessas malucas querendo entrar aqui e saber do que não deve. James, pega essa loca. O que tinha levantando de fora de trás do balcão disse para o amigo que tinha aberto a porta para mim, e eu estalei para o perigo daquilo.

-- Que desperdício, você usando o nome de um rei do soul. Eu falei começando a andar mais rápido e ainda de costas.

-- Do que está falando? O guarda da porta disse vindo tirando seu comunicador do bolso para chamar alguém. Eu tinha que correr.

-- Idiotas! Eu estou falando de James, James Brown, esse seu amiguinho aí não faz valer o nome que carrega. Eu falei virando de costas para eles e começando a correr.

-- Pega essa louca!

Não sei qual gritou, mas eu continuei correndo para fora dali. Eu podia ouvir o calçado dos tênis escorregar e fazer aquele barulho irritante naquele piso limpinho daquela sede.

Enquanto eu corria, via várias e várias fotos e quadros de artistas renomados daquele país e para meu desespero, foi quando vi uma foto de Michael em um dos seus últimos ensaios. Aquele que ele estava com uma bola azul em um dos olhos e estava lindo com aquele paletó com taxas redondas caindo sobre os ombros, DEUS QUE DEUS ele era.

E foi ali que notei, que ao lado de cada quadro havia uma porta, mas antes que eu pudesse pensar de novo naquilo senti um puxão no meu tornozelo e só vi o chão debaixo do queixo e quando me virei para ver, era o tal de James me agarrando enquanto o outro amigo vinha.

-- Me solte seu estranho eu  não fiz nada. Eu disse o chutando enquanto ele não me soltava.

-- Você é espiã? O que é? Precisamos revistá-la. Ele disse apertando minha perna.

De repente ouvi um barulho no vidro da porta e Vitor estava mais nervoso do que eu ali.  Eu olhei para baixo de novo e vi que o lerdo do guarda tinha se levantando e foi quando falei para Vitor  correr antes que eles o pegassem.

-- Você está encrencada tão nova já para cadeia. Um deles disse dando a volta em mim enquanto eu estava no chão.

Eu fechei meus olhos e lembrei de Michael em Moonwalker quando aquele homem aranha o joga no chão e aquela menina o chama irritantemente várias vezes, eu esta como ele ali, encurralada, mas não seria dessa vez que pegariam uma mjfam em ação.

Ele se aproximou de mim enquanto seu amigo chegava perto e foi quando agi por impulso.

-- Nem pensar ou seu idiota! Eu disse chutando em sua parte intima e levantei rápido assim que ele caiu no chão gemendo de dor.

-- Hei, isso é agressão! O amigo disse ainda longe.

-- Não, isso é agressão. Eu falei dando um chute na barriga do que estava no chão agora e saindo correndo para porta onde Vitor gritava aos montes.

Quando cheguei na porta e ia passar por ela, eu não sabia como abri-la e meu desespero foi geral.

-- Abra isso e sai daí seremos presos e na cadeia não poderemos ouvir MJ! Vitor gritava desesperado.

-- Eu não sei onde abre! Meu Deus! Não sei! Eu disse desesperando e quando olhei para trás por que Vitor batia no vidro apontando para trás de mim, o guarda já estava perto demais de mim.

-- AHHHHH! Gritei com um medo horrível dentro de mim e foi quando minha mão tocou em um botão daquela parede de vidro e a porta abriu.

Mas quando fui passar, alguém segurou minha mão.

-- Solta ela, solta ela... Vitor dizia puxando minha mão junto comigo.

-- Seus malandros ladrões vândalos. Não se safarão dessa. Ele dizia segurando meu braço e a porta parecia estar travando com meu braço no meio.

-- AH ME LARGUE! Eu disse puxando meu braço de uma vez e a porta fechou em fim e tirei meu braço e fui parar no chão da entrada do prédio caindo em cima de Vitor olhando aqueles dois guardas falarem coisa absurdas, mas não conseguíamos ouvir direito.

-- Por MJ, vamos embora daqui. Vitor disse se levantando enquanto eu o ajudava.

Eu tentava controlar minha respiração e o ódio que sentia daqueles idiotas ali.

-- Eu vou me vingar deles. Eu falei chegando perto da porta do vidro e Vitor me puxou para longe.

-- Sai daí, está louca? Vamos embora Tila. Vamos! Ele disse me puxando.

Tirei meu braço das mãos de Vitor que queria me tirar dali o mais rápido possível antes que outros fossem acionados, mas minha fúria e minha convicta ideia de que eu poderia sim entrar ali de novo e ver o que tinha nas salas ali, principalmente na que tinha a foto do Rei me fez ser mais ousada do que já era.

-- Aqui pra vocês dois seus lerdos! Eu falei mostrando o dedo do meio e beijei a porta de vidro e senti eles baterem no vidro com fúria.

-- Vamos embora Tila, vamos embora agora sua louca eu ainda quero me alistar no exercito. Fãs de MJ não são ladrões. Somos soldados de amor. Vitor dizia batendo suas pernas de tanto se tremer de medo.

-- Eles são só dois palermas veja como são...

E algo me parou imediatamente de falar quando vi uma corrente vermelha na mão de um deles e eles pareciam sorrir  e rapidamente olhei meu pulso e minha corrente que tinha escrito “ eu te amo MJ” não estava lá...

-- AAAAAAAAAAH SEU! Eu disse dando um murro na porta furiosa.—Devolva-me é minha é minha corrente, me dê ela. Agora! Eu disse chutando e batendo aquela porta.

-- Tila, vejo luzes de lanternas vamos embora, eu quero mijar. Vitor disse me desgrudando dali.

Aqueles dois idiotas dançavam na minha frente com a porta de vidro fechada e um teve a audácia de imitar o meu Rei lindo, Céus, Michael deveria está se remexendo no tumulo com aquela porcaria o imitando.

Até um aleijado imitava MJ melhor que aquele ridículo.

-- Eu vou te pegar! Eu falei apontando para aquele tal de James que estava com minha corrente nas mãos. E como provocação, ele beijou a porta tal como fiz antes e eu chutei ele quase a quebrando de vez.

Vitor não me deixou discutir aquilo com eles quando me puxou para a rua correndo comigo o mais rápido que pudesse. Eu ouvia um tipo de apito ser soado longe e sabia que era por conta da minha invasão, mas fora eles que tinham começado com aquilo.

Eu só queria ver e escutar as músicas inéditas.

Saímos dali cantando pneus e pedi com o coração para que Deus não deixasse eles verem a placa da magrela. Chegando na casa de Vitor, ele desceu da moto um tanto contrariado e ficou daquele jeito comigo por horas até irmos dormir. E daquela vez, senti que tinha ido longe demais.

Eu não teria aula no sábado a noite, mas Vitor tinha uns cursos e ele sempre ia nas lojas ou nas garagens dos outros procurar vinis do Michael e a regra era sempre que o vinil ficaria exposto na nossa garagem só para mostrar a todos e sim, postas nas redes sociais o quanto nós éramos fodásticos para termos aquelas raridades.

Mas muitas vezes, ele chegava sem nada nas mãos.

A mãe dele já tinha me chamado diversas vezes para jantar e eu não queria, eu estava assistindo aquele filme sem parar e não me levantaria para nada, nem Rufos saiu de perto de mim aquelas horas, e claro Michael estava comigo ali, ele estava na estampa da minha camisa.

-- Minha mãe te chama, ela disse que não saiu daqui. Se foi por conta de ontem falei com uns amigos, eles disseram que nem viram direito que cor era a moto. E sinto muito se gritei com você... Eu sei que prometemos ser fieis e sermos sempre mjfam... e...

-- Cala boca e senta logo aqui. Eu disse levantando e puxando para sentar no sofá e assistir o que eu assistia.

-- Estou tentando pedir desculpas... Ele disse meio com aquela cara de tonto dele.

-- Pelo o quê? Por não me deixar pegar minha corrente MJ ou por quase se mijar na minha frente? Oh esquece isso, por favor, veja isso. Eu disse pegando o controle remoto e voltando a parte do filme que amei.

Era o filme “missão impossível” com meu marido Tom Cruise ele era lindo aquele homem era estilo MJ, quanto mais velho mais lindo ficava, mas era aquela cena que tinha me dado outra ideia. A moça entrava no lugar e espirrar purgante na caneca de café do sujeito em questão e assim ela conseguia mantê-lo longe da sala a qual seu amigo lá fora já estava tentando entrar e aquilo aflorou minha mente.

-- Não mesmo, não voltarei lá. Ele disse irredutível.

-- Mas Vitor, merecemos ouvir essas musicas merecemos mostrar elas para todo o mundo. Eu disse levanto e olhando o nos olhos.

Ele parecia estranho.

-- Não quero ser o fã que roubou as músicas do seu ídolo. Michael ia odiar isso Tila. Não quero ser um mjfam ladrão. Ele disse parecendo que eu estava pedindo para lhe tirar  virgindade.

Eu suspirei fundo, ele tinha razão.

-- Bom, não falei em roubar. É só para ouvirmos. Quando é que termos outra oportunidade? Eu falei mostrando a ele que aquilo tudo não passava de uma louca aventura que falaríamos para nossos filhos e netos um dia.

-- Devolveremos? Ele disse me olhando por detrás daqueles óculos com lentes enormes.

-- Todo inteirinho, só para termos certeza que ele fez tudo certo e que são eles que não nos deixam ouvir. Deus, como sinto a falta dele às vezes da voz nem se fala. Eu disse sentando ao sofá e senti falta do meu ídolo rapidamente.

Às vezes tinham dias que amanhecia apenas com saudades dele, aquilo levava horas para passar.

-- Ok, qual seu plano? Foi como ouvir Rock With You aos meus ouvidos.

Aquilo era o meu plano a minha vibe, ser maluca era comigo mesmo e então com aquele pensamento louco seguimos mais uma vez para a sede da Sony. Mas tínhamos coisas a mais ali.

Tínhamos combinado que eu me vestiria de homem enquanto Vitor tentaria subir pela lateral do prédio onde ficava as latas de lixo, para procurar lá por cima uma entrada em alguma das salas ou mesmo uma porta que nos deixasse entrar. Até onde eu tinha visto nada era tão como no filme, eram apenas portas e varias câmeras, mas com eficácia mania de Vitor mexer em sistemas, aquilo seria muito fácil.

-- Não dá, está estranho está ficando estranho está parecendo quando The Jacksons fizeram sua primeira chapinha. Vitor disse rindo do meu disfarce.





-- Ora, não é mais estranho que sua mãe usar peruca com cachos permanentes. Ela é careca? Eu disse colocando um boné e puxei a calça de Vitor em mim.

-- Não comece... E encolhe mais os peitos. Fique meia curvada estou vendo seus peitos. Ele disse meio sem jeito por falar daquela parte do meu corpo.

-- É seios, e me dê essa outra camisa ai esconderá melhor. Eu falei pedindo a quadriculada que ele usava fazendo-a de jaqueta.

Eu terminei de me arrumar e Vitor não parou de sorrir quando me viu toda de homem e usar um dos óculos dele me fazia ficar tonta, ele não era cego, ele era sem olho. E daquele jeito, eu segui para o plano.

Nós separamos e novamente entrei naquele lugar. Esperei na faixa de atravessar a rua Vitor subir como uma lesma para cima do prédio e quando ele fez um sinal que sim, eu tentei uma comunicação com ele com os nossos comunicadores, ele tinha transformado aqueles de celulares em um dispositivo maneiro.

Ele era um gênio maluco.

-- Off The Wall testando... Copie o teste... Copie o teste… Ele dizia ao meu ouvido.

-- Ok quench my desire recebendo o teste. Agora, não grita muito irão ouvir. Eu falei tocando discretamente no meu ouvido e atravessando a rua.

-- Entendido, mas não se esqueça de mudar a voz e coçar o... a... ele era muito tímido para falar aquilo.

-- Coçar o nariz? Homens fazem isso, limpam o salão na frente de todos... Que nojentos. Eu disse chegando na frente do prédio.

-- Não Tila, estou falando de pegar na virilha como homens repararam nisso e será melhor no disfarce se o fizer.

-- Tudo bem... Falou o homem mais másculo da terra. Ok, agora estamos entrando em ação. Eu disse abrindo a porta e entrando novamente.

Eu dei de cara com o tal de James e pigarreei minha garganta de leve. Ainda era hora de pessoas andarem por ali e como eu estava bem social eu mais parecia alguém que trabalhava naquele lugar.

Caraça, eu tava chique!

-- Senhor seu crachá? O mesmo idiota que eu tinha batido em suas partes disse educada. Malandro.

-- Pra quê isso rapaz? Eu sou do sindicato. Eu falei engrossando minha voz o máximo que pude.

-- Sindicato? Ele disse baixinho e olhando para os lados e devagar, chegou perto de mim como se fosse compartilhar um segredo—Que bom que vieram, eles não estão pagando extras a mais de um ano. Ele disse engraçado e em aguentei para não rir ali.

Eu o olhei de olhos serrados e de lábios espremidos, tentei não rir. Por que Vitor, já gargalhava na comunicação no meu ouvido.

CNT...


Ps: Sinto muito meninas, mas ste conto está imcopleto por passar
dos limites de mensagem do forum, encontrará todo ele neste link
>> http://liatyris.wordpress.com/2013/07/01/a-numero-um/ <<

Obrigada ♥(:

_________________


 
#MJScream ♪
avatar
Mila

Mensagens : 6133
Reputação : 316
Data de inscrição : 14/09/2010

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Número Um

Mensagem por Nai Jackson em Qui 11 Jul 2013 - 19:04

Flor, eu comecei a ler o seu conto ontem e já estou apaixonada por ele. Eu simplesmente amo a forma como você escreve. Irei ler até o fim no blog, depois volto para comentar, okay?  
Bejin <3

_________________


Pra todos aqueles que gostam de contos e fanfic's:
http://dreamsandtalesmj.blogspot.com.br

avatar
Nai Jackson

Mensagens : 4095
Reputação : 339
Data de inscrição : 02/09/2010
Idade : 21
Localização : Bahia

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Número Um

Mensagem por Paaty Jackson em Sab 14 Set 2013 - 16:56

Digamos que demorei a terminar ~tempo~
AAAAAAA que lindo poxa devia ter uma continuação HAHAHAHA Baby be Mine AAAAAAAA quero mais tu deixou com um gostinho de quero mais ....
Pegou o bonitão ui
Amei Mila
avatar
Paaty Jackson

Mensagens : 298
Reputação : 42
Data de inscrição : 02/07/2013
Idade : 23
Localização : Bahia

http://01sugarbaby.tumblr.com/

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Número Um

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum