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Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Seg 17 Set 2012 - 19:57

Quanto mais tentava argumentar com o retrato que Mesereau mostrava da família Chandler, mais parecia que June Chandler estava protestando demais. Parecia que Jackson tinha dado aos Chandlers um senso de vida boa, tinha exposto a eles uma vida de fama e fortuna e, tendo provado um pouco do mundo do pop star, o clã Chandler não estava disposto a abrir mão disso. Os Chandlers tinham aprendido desenvolvido o gosto do champanhe, e queriam mais.
Mesereau perguntou à June sobre seus encontros com o famoso detetive particular Anthony Pellicano. O advogado de defesa perguntou a ela se lembrava de ter dito que as “as preocupações de Evan só podiam ser sobre dinheiro”.
Mas June Chandler não se lembrou.
A Sra. Chandler testemunhou que se encontrou com Anthony Pellicano, pelo menos, três ou quatro vezes, mas não tinha nenhuma lembrança sobre o que tinha se passado durante esses encontros. Em última análise, o conteúdo das conversas de Chandler com Pellicano foram consideradas especulações, não admissíveis no tribunal. Mas, com tantas perguntas sem respostas, os encontros secretos de June Chandler e Anthony Pellicano simplesmente pairava no ar, fazendo com que todos suspeitassem ainda mais das motivações daquele processo civil dos Chandlers.
“Você se lembra de dizer à Michael Jackson, „Você é como Peter Pan. Todo mundo quer estar perto de você e passar 24 horas‟?”, perguntou Tom Mesereau.
“Sim.”, a Sra. Chandler confirmou, quase num sussurro.
“Ok. E você se lembra de seu encontro com o Sr. Pellicano, em que ele disse, „Isso tudo é extorsão‟?”
Com isso, Tom Sneddon pulou de sua cadeira e protestou. A objeção foi sustentada com o argumento de que aquilo era boato, e Mesereau seguiu em frente.
“Você se lembra de ter se encontrado com o advogado Robert Shapiro?”
“Sim.”
“E quando foi isso?”
“No escritório de Larry Feldman.”
“Quantos encontros você teve com Robert Shapiro?”
“Não me lembro.”
“Você sabe por que ele estava nas reuniões?”
“Acho que ele era parte da equipe de advogados de Michael Jackson.”, disse a Sra. Chandler.
“Quem? Robert Shapiro?”
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“Acho que sim. Não me lembro.”
“Robert Shapiro estava lá porque ele é um advogado de defesa criminal, certo?”
Tom Sneddon tentou evitar mais perguntas sobre Shapiro, sobre extorsão, sobre as queixas que Michael Jackson fizera contra os Chandlers em 1993, mas o juiz Melville não aceitou suas objeções. A testemunha foi indicada a responder à mais perguntas, mas June Chandler não conseguia se lembrar dos detalhes das acusações de extorsão feitas por Michael Jackson.
Ela disse que não sabia que Robert Shapiro fizera parte da equipe de advogados de Chandler, que não sabia que Shapiro aconselhara a família como um advogado criminal. A Sra. Chandler também afirmou não saber que Robert Shapiro também havia representado outro advogado dos Chandlers, Barry Rothman, que fora acusado pelos advogados de Jackson de conduta antiética em relação à Michael Jackson. Rothman não foi acusado de nada.
Mesereau queria que soubessem que a família Chandler tinha recebido ajuda legal de um grande advogado criminal, que estavam sendo instruídos quando Jackson os processou por extorsão. Mas June Chandler disse que sua memória era limitada em relação aos encontros com o famoso advogado de O.J. Simpson.
A Sra. Chandler testemunhou que não tinha lembranças definitivas sobre qualquer uma de suas conversas com Robert Shapiro, e agiu como se mal soubesse quem era Shapiro, o que não pareceu muito verdadeiro.
Apesar de a família Chandler ter se reunido com Robert Shapiro em seus escritórios em Century City, e June ter se encontrado com Robert Shapiro nos escritórios de Larry Feldman, de alguma forma, o famoso Shapiro não tinha deixado uma grande impressão sobre ela.
Enquanto a bela Sra. Chandler deixava o banco das testemunhas, muitos dos jurados pareceram impressionados. Dos olhares em seus rostos, era óbvio que June Chandler não tinha sido uma boa testemunha. As mulheres do júri, em particular, parecia ver através dela.


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Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones cap – 21

Mensagem por sissi em Qua 19 Set 2012 - 19:23

“SHE‟S OUT OF MY LIFE”
“ELA ESTÁ FORA DA MINHA VIDA”
No primeiro dia em que passou pelos fotógrafos, a mãe do acusador cobriu o rosto com um capuz. Enquanto a mulher entrava no tribunal, Katherine Jackson sentou-se sozinha na primeira fileira de cadeiras, de frente para Janet “Jackson” Arvizo, sem Joe, sem Tito, Jermaine, Randy, ou Jackie, todos os quais haviam estado presentes na maioria do tempo do julgamento. A mãe de Michael parecia insatisfeita, infeliz com a imagem de Janet, e fechou os olhos por uns 30 segundos enquanto a mulher de capuz fazia seu caminho para frente da sala.
Enquanto Janet andava lentamente até o banco das testemunhas, a mulher de 36 anos, em nada lembrava aquela Janet Arvizo do vídeo de refutação. O tal vídeo mostrava Janet e seus três filhos louvando Michael Jackson por ter ajudado a cura do câncer de Gavin, mas o vídeo nunca foi ao ar na TV. No entanto, a fita fora mostrada ao júri por tantas vezes que, no momento em que Janet realmente chegou para testemunhar, os observadores do tribunal tiveram a impressão de que a conheciam.
Os fãs de Michael Jackson tinham o vídeo de refutação memorizado, e as pessoas se divertiam repetindo as frases principais da entrevista, em que Janet alegou ter sido negligenciada e “abatida”. No vídeo de refutação, Janet Arvizo não poderia ter sido mais melodramática. Ela tinha todos os tipos de histórias tristes para contar, insistia que, antes de Michael ter tomado interesse por sua família, ela estava vivendo de uma maneira próxima da pobreza, obrigada a dar cereal para seus filhos comerem no jantar, muitas vezes sem um lugar seguro para viver. Janet alegou que ela e seus filhos tinham sido forçados a dormir num celeiro e que seu ex-marido fingia ser um pai maravilhoso.
Na fita, Janet gastou uma boa parte do tempo atacando o ex-marido, David, pai biológico de seus três filhos. Mas ela passou ainda mais tempo elogiando Michael Jackson por ser uma pessoa vinda para resgatá-la, chamando-o de uma dádiva de Deus, uma pessoa boa e um “homem de família”.
O vídeo de refutação havia criado algumas expectativas e impressões no júri que Janet realmente não tinha previsto. Na fita, ela aparecia como uma mulher glamourosa de cabelos longos e ondulados, lábios avermelhados e uma bela figura. Mas a pessoa que ela tinha sido no passado, a pessoa que Janet tinha sido quando era próxima de Michael Jackson, não era nada além de uma memória da fita.
A presença de Janet no tribunal foi desarticulada e desconcertante. Não somente sua aparência parecia ter desbotado, como também sua personalidade como um todo pareceu ter mudado. Ela não era mais uma mulher glamourosa, e sim um enigma. No banco das testemunhas, Janet Arvizo parecia uma criança e, muitas vezes, agia de forma infantil.
Enquanto falava, ela parecia mudar de forma, projetar imagens e pessoas diferentes. Houve momentos em que a mulher de 36 anos parecia uma dona de casa desleixada, apresentando-se como uma mãe sobrecarregada e cansada demais para se preocupar com sua aparência. Em qualquer outro caso, essa tática poderia ter dado certo, poderia ter gerado simpatia no júri, mas Janet sabia que estava no centro das atenções.
Ela poderia certamente ter usado um terninho elegante, já que sabia que a mídia mundial estava muito interessada em vê-la, que pessoas de todos os cantos da Terra estavam lá para relatar os detalhes de sua aparência no tribunal. Quando Janet se encolheu no banco das testemunhas, uma sala cheia de pessoas da imprensa começou a tomar notas.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Sab 29 Set 2012 - 11:42

Todos no tribunal ficaram chocados ao ver o quanto a aparência física de Janet mudara em dois anos, e as pessoas comentavam isso, fofocando sobre o ganho de peso da mãe do acusador, a escolha em não usar roupas elegantes e o esquecimento de seus truques de beleza, sem qualquer maquiagem no rosto. O cabelo de Janet estava mais curto, ela tinha o rosto mais largo e se vestia como uma menina, usando um moletom rosa e grampos de cabelo em forma de estrelas.
Quanto à sua personalidade, Janet estava numa tremenda confusão, não era mais a mulher confiante que aparecera no vídeo. Na frente do júri, ela raramente dizia coisas que fizessem sentido e raramente respondia diretamente às perguntas. Muitas vezes, Janet chorava pro júri. Suas lágrimas, no entanto, não pareciam reais.
Quando começou a depor, Janet estava chorando, pedindo ao júri que não a julgasse. Ela foi inconveniente, e as pessoas notaram que ela fez alguns dos jurados se sentirem desconfortáveis. Janet era uma pessoa estranha, que fazia escolhas estranhas. Durante o seu testemunho, Janet optou não olhar para Michael Jackson nem para Ron Zonen, o promotor que conduziu seu depoimento.
As pessoas acharam estranho o fato de Janet ter se recusado a olhar para qualquer outro lugar que não fosse o júri, o fato de ela querer desabafar e testemunhar inteiramente aos jurados. De alguma estranha maneira, parecia que Janet pensava que poderia ganhar o caso falando diretamente para o júri, mas o sistema judicial não funciona dessa forma. Para piorar a situação, por diversas vezes, Janet ficava com raiva e a mulher apontava seu dedo para as cadeiras do júri. Alguns jurados diriam mais tarde que acharam o comportamento de Janet ofensivo e bizarro.
Janet fez as pessoas se encolherem.
A mãe do acusador testemunhou durante três dias seguidos, sempre se cobrindo com o capuz do moletom quando fazia seu caminho para a sala. A cada dia ela era cercada por uma multidão de repórteres que nunca conseguiam obter uma imagem clara da mulher. Janet, por ter se casado com um homem chamado Jay Jackson, pediu ao tribunal que a reconhecesse como “Janet Jackson”, mas o juiz Melville negou isso. O juiz disse que ficaria muito confuso e, para todos os efeitos, Janet seria conhecida como Janet Ventura Arvizo.
Antes de entrar na sala, a equipe de defesa argumentou contra o apelo do Direito da Quinta Emenda sobre não poder depor sobre fraude; a defesa disse ao tribunal que Janet não tinha o direito de escolher o que iria testemunhar. A equipe de Jackson apontou que Janet tinha feito uma aplicação de emergência na Previdência Social, recebendo cheques de assistência social, vale-refeição e desemprego – tudo isso enquanto tinha uma conta bancária pessoal com milhares e milhares de dólares disponíveis.
Mas o direito da Quinta Emenda de Janet foi mantido e, num tribunal da Califórnia, ela não pode ser obrigada a oferecer testemunhos que possam ser usados contra ela. Claro, Sneddon esperava que os jurados não ouvissem absolutamente nada sobre os detalhes relativos à fraude de Janet na Previdência Social. O promotor esperava que não houvesse nenhuma menção sobre a fraude da mãe do acusador.
Para ser justo com ambos os lados, o juiz Melville decidiu que iria informar o júri sobre a decisão de Janet sobre evocar seu direito da Quinta Emenda e, além disso, o juiz determinou que permitirá que a equipe de defesa apresente provas sobre a fraude de Janet durante o caso. A equipe de defesa, mais tarde, chamaria um contador público certificado, assim como um especialista em fraudes, a fim de provar que Janet Arvizo estava usando todas as fontes do governo para receber um dinheiro que ela não precisava.
Depois do juramento de Janet Arvizo, o juiz Melville informou ao júri que a Sra. Arvizo tinha evocado seu direito da Quinta Emenda relativo às alegadas acusações sobre fraude na Previdência Social. Instantaneamente, o júri a encarou com olhares de desaprovação. Antes mesmo de abrir a boca para os jurados, a mãe de Gavin Arvizo tinha começara com o pé esquerdo.
Havia mais do que uma pitada de desdém.
Como o promotor de Santa Barbara não havia garantido à Janet imunidade judicial sobre a questão da fraude, um ano e meio após o julgamento de Jackson ter terminado, em novembro de 2006, Janet Arvizo se confessou culpada por ter fraudado os contribuintes americanos. Aparentemente, a fraude da Previdência Social foi algo que Janet Arvizo nunca pensou que seria responsabilizada. Aparentemente, ela estava muito focada num julgamento criminal contra Michael Jackson, o que, de certo, seria seguido por um julgamento civil – para se conseguir dinheiro. Janet Arvizo parecia estar cega por uma quantia milionária. Ela parecia ter pouco interesse em expor sua vida. Qualquer coisa desagradável que pudesse ser revelada era, talvez, ofucscada pela perspectiva de se tornar muito rica.
Janet Arvizo concordou em testemunhar em imunidade, e Ron Zonen foi rápido para tentar estabelecer ao júri que a Sra. Arvizo era uma mulher temente a Deus, uma mulher que vivera uma vida difícil, que sofrera com a doença e a pobreza, que passara por muitos maus momentos. Zonen queria plantar o máximo de simpatia possível, e pediu à Janet que fornecesse detalhes sobre sua vida como mãe de quatro filhos, sobre ela ter recentemente dado à luz um bebê de 8 meses, fruto do seu atual casamento. Ele, então, pediu à Janet para contar ao júri sobre o câncer de Gavin e a experiência de quase-morte que levou a família Arvizo à casa de Michael Jackson.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Qui 4 Out 2012 - 18:43

Nada estranho para casos de alto perfil, o segundo promotor de Santa Barbara, Ron Zonen, era o mais forte membro da equipe da acusação. Ele era bem preparado e direto, nunca expressava a raiva de Tom Sneddon, nunca saía de controle. Ron Zonen estava afiado – tão inteligente quanto se via, ele tinha a vantagem de ser pé no chão, ao contrário de Gordon Auchincloss, que soava incrivelmente arrogante. Dos três, Zonen era o personagem mais simpático. Ele tinha presença, tinha humor. Quando Zonen falava, as pessoas escutavam.
Mas tendo Janet “Jackson” Arvizo como testemunha fez com que Zonen se sentisse numa corda bamba. Janet Arvizo era a peça chave da acusação de conspiração contra Jackson. O promotor colocara Janet no banco das testemunhas numa tentativa de provar que Michael e seus parceiros haviam conspirado para manter Janet e seus filhos presos em Neverland. Para efeito, Janet declarou que sua família foi mantida em cativeiro no rancho por semanas após a viagem para Miami – até que eles concordaram em fazer um vídeo refutação em resposta ao documentário de Bashir.
Janet contou ao júri que seu “cativeiro” começou quando ela recebeu um telefonema de Michael, que pediu para que a família se juntasse à ele em Miami para uma coletiva de imprensa em reposta ao documentário de Bashir. De acordo com Janet, foi o próprio Michael que a ligou para informar que ela e sua família poderiam estar “em perigo”. A Sra. Arvizo afirmou que Miami era o único que queria que os Arvizos o acompanhassem em Miami, para que pudessem ser protegidos contra supostas “ameaças de morte”.
Janet disse aos jurados que, quando chegou em Miami no dia 7 de fevereiro de 2003, Michael Jackson decidiu que nenhuma coletiva de imprensa era necessária. Janet afirmou que Jackson e seu “pessoal” estavam a observando atentamente, a impedindo de assistir à exibição do documentário de Bashir que seria transmitida na rede de canais ABC durante o mesmo período.
Enquanto dava detalhes sobre sua viagem com Jackson à Miami, Janet disse que, no início de fevereiro de 2003, ela e seus filhos atravessaram o país com o famoso ator Chris Tucker num jatinho particular. Eles foram para o Turnberry Resort em North Miami, onde ela deu entrada em seu próprio quarto com seus filhos e depois se reuniu com Michael Jackson em sua suíte presidencial. Janet contou ao júri que seus filhos receberam massagens no SPA do Turnberry, mas reclamou que a maior parte do tempo foi passada com Michael, trancada em sua grande suíte.
Ainda em Miami, Janet alegou que realmente não teve chance de desfrutar as instalações do luxuoso hotel. Ela passou dias com Michael, Prince e Paris, que estavam acompanhados por Frank Cascio, sua irmã mais nova, Nicole Marie e seu irmão menor, Aldo – a quem Jackson chamava de “Baby Rubba”.
Janet apresentou múltiplas queixas sobre sua estada no Turnberry Resort, e disse que sentiu que era como uma viagem de trabalho. A Sra. Arvizo indicou que seus filhos estavam felizes por serem convidados de Michael, mas, de uma forma indireta, ela reclamou que ela e as crianças não puderam passar muito tempo fora por causa do assédio da mídia.
Mais tarde, uma exibição foi inserida como evidência no tribunal, mostrando as ligações da imprensa que Jackson recebera no dia 6 de fevereiro de 2003, dia seguinte à exibição britânica de Living With Michael Jackson. Era uma lista que incluía uma enxurrada de mensagens do Extra!, Entertainment Tonight, dos programas da CBS Early Show e Good Morning America, Skynews London, e também ligações do Larry King e de Barbara Walters. A lista era surpreendente.
Para o júri, Janet confirmou que fora sobrecarregada de pedidos da mídia, mas insistiu que não estava interessada em tirar dinheiro de tabloides, alegando que ela teve “zero” conversas com jornalista, e que seu contato com a imprensa era um “duplo zero”. Janet declarou que concordou em ter viajado para Miami para se encontrar com Michael e seu “pessoal” enquanto eles tentavam saber o que fazer com o pesadelo de relações públicas criado pelo documentário de Martin Bashir. Ela afirmou que os “associados” de Michael criaram uma resposta à mídia pra ela. Ao longo de seu depoimento, Janet falou que todas as suas declarações no vídeo de refutação foram imprecisas e simplesmente inventadas.
Mas isso não caiu bem para o júri.
“Agora, Sra. Arvizo, você disse que você e seus filhos foram negligenciados e cuspidos, correto?”, Mesereau perguntou.
“Sim.”, ela respondeu.
“E a quem você estava se referindo?”
“Eles pegaram elementos da minha vida e da vida dos meus filhos que eram verdadeiros, e incorporaram no script. E isso aconteceu na primeira reunião em Miami. Eles já estavam pensando nisso. Levei um tempo pra descobrir.”
“Quem negligenciou a sua família?”, Mesereau queria saber.
“Naquele roteiro, tudo foi um roteiro.”
“Quando você diz que a sua família foi cuspida, a quem você estava se referindo?”
“Nessa coisa de refutação, tudo foi um script, um roteiro. Eles pegaram elementos verdadeiros da minha vida e da vida dos meus filhos e os incorporou naquele roteiro.”
“Quando você disse: „Nós não tínhamos um CEP certo, não tínhamos raça certa‟, o que você esta se referindo?”
“Isso tudo foi roteirizado.”, Janet insistiu.
Enquanto seu testemunho prosseguia, Janet fez afirmações difíceis de engolir, simplesmente impossíveis de se acreditar. Por um lado, ela alegou nunca ter visto o documentário de Bashir inteiro, nunca. Ela disse que na época em que o documentário foi gravado em Neverland, ela não tinha sido informada de que seus filhos estavam participando de uma gravação que iria ser exibida na TV.
Janet falou que descobriu que Gavin e seus irmãos estavam gravando “algo sobre Michael ter ajudado Gavin a se curar do câncer” somente depois que o documentário foi ao ar na Grã-Bretanha. Durante o interrogatório, a Sra. Arvizo admitiu que havia se juntado à Michael Jackson num processo contra a Granada Television por ter utilizado imagens de seus filhos sem permissão.
Parecia que, quanto mais Janet Arvizo testemunhava, mas ela cavava um buraco na acusação. O júri não estava acreditando nela. Como seus filhos, Janet afirmava que Gavin fora tocado inadequadamente por Jackson depois do escândalo do documentário de Bashir, não antes. De acordo com Janet, a primeira vez que o Sr. Jackson decidiu agir de forma inadequada com Gavin foi durante a viagem de volta à Califórnia, logo após o documentário ter sido exibido. Foi o testemunho de Janet dizia que ela nunca vira Michael Jackson fazer qualquer coisa sexualmente inadequada com Gavin, embora ela tenha afirmado que viu Michael lamber a cabeça de seu filho durante o vôo de Miami para Santa Barbara.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por Mila em Sex 5 Out 2012 - 0:34

Isso é realmente triste de pensar que acontecera...
Obrigada por postra Sis, tá lindo seus postes..

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Seg 15 Out 2012 - 20:23

No interrogatório feito por Mesereau, a versão de Janet para os supostos abusos sofridos por Gavin fazia cada vez menos sentido, as afirmações de Janet começaram a soar cada vez mais ultrajantes. O advogado de defesa cortou a Sra. Arvizo em pedaços, particularmente sobre seu alegado cativeiro em Neverland. Se havia algum tipo de conspiração, Mesereau fez com que parecesse que a conspiração era destinada a Michael Jackson.
Mesereau passou o dia todo tendo Janet testemunhando que Michael conspirara para raptar os Arvizos e depois abrir a caixa de Pandora. Mesereau mostraria que nas semanas seguintes à exibição do documentário de Bashir, Janet Arvizo e seus filhos foram voluntariamente passar um tempo em Neverland, aproveitando as comodidades do rancho de Michael.
O advogado de defesa provaria que, enquanto Janet estava tirando um tempo para decidir se queria ou não gravar um vídeo de refutação, a Sra. Arvizo se manteve ocupada em ter Michael pagando tudo, desde o tratamento dentário de Gavin até as caixas de cera depiladora que Janet usava em todo o corpo. Quanto Janet e seus filhos finalmente fizeram o vídeo, que foi gravado muito tempo após os Arvizos terem voltado à Califórnia, muito além do prazo de ter sido gravado para aparecer no programa The Michael Jackson Interview: The Footage You Were Never Meant To See, exibido pela Fox.
Quanto aos seus comentários sobre Jackson no vídeo de refutação, Janet continuou insistiu que ela e seus filhos liam um script e disse aos jurados que nenhum deles quis dizer qualquer uma daquelas coisas positivas sobre Michael. Janet afirmou que ela e os filhos tinham sido forçados a dizer que Jackson agia como uma “figura paterna” para Gavin. Ela disse que ela e os jovens receberam de mão beijada cada uma das palavras que disseram na entrevista. Mas seu testemunho não pareceu sincero.
Foi interessante observar Janet se tornar tão irada sobre ter sido forçada a usar um roteiro para a gravação do vídeo de refutação, especialmente uma vez que todos no tribunal já tinham assistido as filmagens dos bastidores daquela gravação e viram Janet espontaneamente dizendo às crianças que se sentassem em linha reta, que se comportassem, sugerindo que ela e Gavin dessem as mãos em frente à câmera.
Quando questionada sobre se a gravação dos bastidores também tinha sido forjada, Janet disse ao júri que sim. Quanto mais Janet insistia nisso, mais parecia uma má mentirosa. Enquanto Mesereau a questionava, ele estava levando aos jurados o seu ponto de vista: Janet Arvizo era uma mulher com planos.
“Eu não sou uma boa atriz.”, Janet testemunhou.
“Ah, eu acho que você é, sim.”, retrucou Mesereau.
O advogado de defesa tinha razão em acreditar que Janet estava criando um show. Mas, às vezes, Janet não conseguia controlar suas emoções e se tornava explosiva e antagônica no banco das testemunhas. Seu emocional depoimento dado à promotoria foi tão desequilibrado que, ao longo do interrogatório, Mesereau deliberadamente se recusou a objetar. Como um advogado intuitivo, Mesereau observou Janet atentamente e ficou satisfeito por deixá-la sair pela tangente. Enquanto contava ao júri sobre sua doida teoria de conspiração, Janet alegou que planejava escapar de Neverland num balão de ar quente.
Em prol da teoria de conspiração, a gravação de uma conversa telefônica entre Janet e o amigo íntimo de Michael, Frank Cascio, foi apresentada ao júri. Na conversa, Frank pedia à Janet que voltasse à Neverland com as crianças, mencionando sua preocupação com a segurança deles. No entanto, Frank não falou nada sobre supostas ameaças à vida de Janet. Enquanto o júri ouvia o telefonema gravado, escutaram Frank Casio dizer que estava preocupado com a segurança dos Arvizos por causa de todos aqueles paparazzi.
Não houve menção de ameaças de morte.
Não houve menção de assassinos.
A única pessoa que alegou que o documentário de Bashir havia criado uma situação de risco foi a Sra. Janet Arvizo. Era uma afirmação que seus dois filhos, Gavin e Star, tentaram comprovar – sem sucesso. No início do julgamento, os dois rapazes testemunharam que ouviram de sua mãe alguma coisa sobre “assassinos”, mas suas lembranças eram vagas. Sob o interrogatório de Mesereau, os dois meninos Arvizos admitiram que gostavam de estar em Neverland, que nunca se sentiram ameaçados por qualquer um, e disseram ao júri que não queriam ir embora do rancho de Jackson em nenhum momento.
As acusações de Janet sobre ter sido mantida prisioneira em Neverland, sobre ela e seus filhos terem sido escondidos de misteriosos “assassinos” pareciam inverossímeis e doidas, especialmente quando entraram como evidência registros que mostravam que Janet Arvizo estava gastando milhares de dólares em maquiagem, produtos e tratamentos de beleza pela conta empresarial de Neverland Valley Entertainment durante fevereiro de 2003.
A teoria de conspiração que a promotoria apresentara era o ponto mais fraco do caso. Isso levou muitas pessoas a pensarem duas vezes sobre um plano de vingança do promotor contra Jackson, sobre Sneddon estar tentando arruinar a vida do artista de todas as formas possíveis. É claro que Tom Sneddon negou isso veementemente. Quando a promotoria afirmou que Michael Jackson tinha criado um plano para mandar a família Arvizo para o Brasil, a alegação pareceu totalmente absurda.
A promotoria produziu os passaportes e os vistos, mostrando que os “associados” de Jackson obtiveram esses itens juntamente com Janet Arvizo, dando a entender que o “pessoal” de Michael queria que os Arvizos fizessem uma viagem permanente para o Brasil. Mas a acusação foi incapaz de mostrar que a viagem ao Brasil foi nada mais do que uma oferta de férias. E o promotor Sneddon não conseguiu provar, por qualquer meio que fosse, que Michael Jackson estava realmente ciente do planejamento de uma viagem ao Brasil.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Ter 16 Out 2012 - 19:45

Quanto mais o testemunho se focava na viagem ao Brasil, mais o enredo de conspiração parecia um cenário inventado pela acusação. Parecia estranho que a promotoria tenha colocado tanta ênfase sobre isso, especialmente porque os Arvizos nunca fizeram uma viagem realmente.
Para o júri, o promotor Sneddon argumentou que Michael Jackson estava tão desesperado após a exibição do documentário de Bashir que toda a carreira e o status dele estavam em jogo – assim, o pop star precisava sequestrar, encarcerar e extorquir a família Arvizo a fim de manter sua “imagem” limpa. Para muitas pessoas, aquela era a afirmação mais absurda de todo o julgamento. Os observadores do caso zombaram dessa ideia.
As pessoas acharam aquela teoria da conspiração simplesmente ridícula.
No final do dia, Tom Sneddon não conseguiu provar que Michael Jackson tinha qualquer conhecimento de uma conspiração para enviar os Arvizos pra longe. A equipe da promotoria afirmava, sem sucesso, que Jackson, através de seus “associados”, planejava o rapto e o cárcere privado dos Arvizos. O promotor falou que Jackson estava envolvido numa trama criminal, a fim de se salvar da ruína financeira e profissional. Era uma teoria que deixou intrigada a maioria das pessoas presentes na Corte. As pessoas começaram a se perguntar se os promotores eram sérios, se a promotoria havia perdido a ideia das coisas.

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Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones cap -22

Mensagem por sissi em Qua 17 Out 2012 - 19:39

“NEVER CAN SAY GOOD-BYE”
“NUNCA CONSIGO DIZER ADEUS”
Além da absurda teoria da conspiração, o relato mais condenatório que Janet deu foi sobre seu anterior processo civil contra a JC Penney Corporation e seu acordo de 152 mil dólares por ter sido supostamente molestada sexualmente pelos seguranças da loja. Uma das coisas que Janet alegou foi que um dos seguranças torceu seu mamilo durante 25 vezes.
“E, por favor, conte ao júri como você foi agredida sexualmente naquele estacionamento público”, Mesereau pediu.
“Ok. Eu fiquei deitada no chão enquanto eles batiam em mim, um dos caras da Tower Records que… Aliás, isso pode ser verificado. Acho que ele também foi demitido por ter feito isso com outras pessoas depois disso”, Janet explicava, “Mas, essa pessoa, enquanto eu estava deitada no chão, apanhando, ele pôs a mão no meu peito e na parte da frente da minha área privada.”
“Você se lembra de ter testemunhado que seu mamilo foi torcido de 10 a 25 vezes?”
“Sim.”, disse Janet, “E, novamente, foi… Ele queria me humilhar, como ele está tentando fazer neste momento, e me fazendo dizer milímetros por milímetros.”
“Você testemunhou esses fatos para conseguir dinheiro, verdade?”
“Sim. Era uma ação civil, sim, era.”
“Agora, você afirma que naquela ação judicial que o câncer de Gavin se agravou por causa dos seguranças, não é?”
“Eu acho que não. Eu acho que falei algo sobre Gavin estar fazendo o tratamento de quimioterapia na época em que eles queriam que ele desse seu testemunho.”
Enquanto Mesereau acabava com Janet em relação ao assunto de sua ação civil anterior, a Sra. Arvizo se tornava visivelmente irritada. Ela admitiu que havia “imprecisões” em seu depoimento contra a JC Peenney, alegando ter tentado fazer com que seu advogado corrigisse sua deposição antes que um acordo fosse alcançado. Quanto mais Janet afirmava suas imprecisões, quanto mais ela confirmava que partes de seu depoimento no caso contra a JC Penney eram falsas, menos as pessoas a ouviam.
Mesereau apontou que aquelas alegações feitas por ela contra a JC Penney foram corroboradas por seus dois filhos, Gavin e Star, que disseram em seus depoimentos terem presenciado a agressão sofrida pela mãe no estacionamento da loja JC Penney. O depoimento dos dois foram apresentados como evidência no julgamento, e Mesereau estabeleceu que, aos 9 anos, Star disse aos advogados que botou os seios da mãe “dentro do sutiã de novo” após o incidente da suposta torção no mamilo. Star Arvizo, que alegou ter testemunhado Jackson tocar seu irmão de forma inadequada, já tinha dito que vira um segurança da JC Penney tocar as partes íntimas de sua mãe.
Enquanto apresentava a deposição de Janet do caso contra a JC Penney, Mesereau conseguiu sugerir que Janet tinha ensaiado seus filhos para o testemunho. Mesereau trouxe à tona sérias dúvidas sobre o alegado ataca da JC Penney, e o júri entrou num dilema.
“No caso JC Penney, você afirmou sob juramento ter recebido socos no estacionamento da loja, correto?”, Mesereau perguntou.
“Sim.”
“No caso JC Penney, você afirmou sob juramento ter sido machucada com as algemas, usadas como se fossem soqueiras?”
“Eu me lembro de ter visto a mulher com os dedos dentro das algemas, tipo assim…”, Janet falou, fazendo gestos para o júri.
“E depois de ter sido ferida todas essas vezes no estacionamento, você disse que pensou que iria morrer, e foi como se você estivesse numa caverna em um túnel. Você se lembra disso?”

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Qui 18 Out 2012 - 19:44

“Sim, senti isso mesmo.”
“Você falou que os seguranças machucaram Gavin e Star, correto?”
“Por favor, você pode ler pra mim, me mostrar onde diz isso?”, Janet pediu.
“Ok”, Mesereau disse, caminhando até Janet para lhe mostrar a citação.
“Oh, sim, porque o meu filho, os meus dois filhos foram feridos.”, declarou Janet.
Enquanto respondia à perguntas incômodas, ficando bastante nervosa no banco das testemunhas, Janet confirmou que, no dia do incidente da JC Penney, ela e seu marido, David, foram levados até a cadeia da cidade, tendo ambos sido presos no estacionamento da loja em West Covina. Após terem seus celulares e outros itens pessoais confiscados e após que a impressão das digitais e as fotos de cada um foram tiradas, eles pagaram uma fiança de 250 dólares e foram liberados em questão de algumas horas. O registro da polícia de West Covina desse incidente, datado de 27 de agosto de 1998, descreveu Janet Ventura Arvizo como não tendo nenhum problema físico visível e que não necessitava de atenção médica especial.
Mas, algum tempo depois, Janet Arvizo apareceu no escritório de um advogado para fazer acusações sobre agressões físicas e sexuais recebidas por ela dos seguranças da JC Penney. Ela entregou meia dúzia de fotos como “evidência”. Enquanto continuava a perguntar à Jaet sobre suas queixas no anterior processo civil, Tom Mesereau fez com que o júri notasse o padrão que Janet Arvizo e sua família haviam estabelecido muitos anos antes.
Os Arvizos e seus filhos tinham o hábito de usar advogados. Em tenra idade, Gavin aprendera a processar as pessoas por “danos”.
Quando Mesereau trouxe outras alegações de abusos feitas por cada membro da família Arvizo, os jurados ficaram mortificados. No início, Janet tentou negar que David costumava ser violento com ela e as crianças. Mas depois, ela testemunhou que ocorreram outras alegações de abuso dentro de sua família, que tinham sido concedidas várias ordens de restrição contra seu ex-marido. Enquanto Janet foi obrigada a verificar os relatórios de abuso que Mesereau tinha em mãos, os membros do jurado ficaram visivelmente tensos.
“Você foi investigada pelo Departamento de Crianças e Serviços Familiares nos anos 90, quando Gavin alegou que você tinha o agredido. Se lembra disso?”, Mesereau perguntou.
“Sim, lembro.”, respondeu Janet.
“Ok. Você tinha um bom relacionamento com o Departamento de Crianças e Serviços Familiares na época?”
“Sim, eu tinha.”
“Ok. Ele te acusou de abuso e depois mudou de ideia, correto?”
“Não, isso está incorreto.”
Janet tentou explicar sobre a investigação feita nos anos 90, tentando minimizar o significado das acusações de abuso feitas por Gavin. Mas sua explicação realmente não fazia sentido.
Janet disse ao júri que Gavin, quando estava no jardim de infância, tinha ido à enfermaria da escola para dizer que não queria mais voltar pra casa porque não queria mais se meter em problemas. Janet Arvizo não foi muito clara, suas memórias sobre esse evento estavam convenientemente nebulosas. No entanto, ela admitiu que, devido à queixa de Gavin para a enfermeira, alguém do DCFS apareceu em sua casa para verificar se o menino vivia num ambiente seguro.
Embora Janet tenha tentado dar uma interpretação positiva sobre esse incidente, chamando a visita do DCFS como “outra experiência positiva”, ninguém do júri comprou a ideia de que uma visita do Departamento de Crianças e Serviços Familiares pudesse ser uma coisa boa.
“Gavin tinha te acusado de abuso e, em seguida, mudou a história, não foi?”, Mesereau pressionava.
“Não. O que você está dizendo é incorreto”, Janet rebateu.
“Você acabou de dizer ao júri que ele te acusou de abuso, certo?”
“E não tem importância. Ele estava no jardim de infância. E a forma como a enfermeira, ou professora, quem quer que fosse, comunicou ao DCFS, e foi isso. Está tudo bem.”, testemunhou Janet.
Mas não estava tudo bem. A história de Janet foi quebrada. Enquanto ela falava, suas frases foram se tornando ininteligíveis. Para Mesereau, a Sra. Arvizo estava tentando negar outras anedotas espalhafatosas. Enquanto Janet discutia calorosamente com Mesereau, os observadores da Corte ouviram sobre as acusações de abuso dos outros membros da família Arvizo. Por exemplo, a filha de Janet, Davellin, já havia testemunhado que fora abusada sexualmente pelo pai. Quanto mais a mãe Arvizo contava diferentes versões das histórias, mais as pessoas notavam que Janet vivia num mundo de falsas acusações e insinuações sexuais.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Sab 20 Out 2012 - 18:01

Enquanto Janet Arvizo continuava falando sua versão de sua história pessoal, Michael Jackson encarava a mulher, olhando diretamente através dela. Uma ou duas vezes, Janet tirou os olhos dos jurados, dirigindo de forma direta seus comentários ao pop star. Janet estava tentando ter uma conversa pessoal com Michael do banco das testemunhas, e Michael deu a ela alguns olhares desaprovadores.
Mas, na maioria das vezes, ele parecia cansado das palhaçadas da Sra. Arvizo.
Foi surreal observar Janet tentando ter um último bate-papo com Michael diante de um tribunal lotado. Enquanto ela falava fora de hora, enquanto se recusava a cumprir as regras da Corte, as pessoas começaram a se perguntar sobre a compreensão de Janet de fato VS. Ficção.
Percebendo que Janet Arvizo tinha dificuldades ao dar respostas diretas sobre qualquer coisa, os observadores do tribunal exalavam um desprezo silencioso. Às vezes, Janet dizia ao júri que achava que ela tinha “imaginado coisas”, o que as pessoas estavam aptas a acreditar. Janet declarou que nunca presenciou qualquer ato de abuso, e afirmou que soube das acusações de Gavin depois que a família foi ver o Dr. Stanley Katz. Quanto aos toques inapropriados, Janet alegou que “pensou” ter testemunhado Michael lamber o cabelo de seu filho no jato privado, mas disse ao júri que não tinha muito certeza sobre aquilo. Em um ponto, Janet declarou que poderia ter “visto coisas”.
Quando falou sobre ter visto esse suposto ato, um ato que Gavin nunca mencionou, pareceu estranho que Gavin estivesse dormindo enquanto aquilo acontecia, que o jovem não tenha sentido algo. Além disso, parecia improvável a ideia de que Jackson fosse lamber a cabeça de alguém na frente do pessoal da Extrajet, para não mencionar todos os outros passageiros do vôo.
Enquanto ligava suas engrenagens, Mesereau perguntou à Janet sobre se esconder da imprensa; ele queria mostrar ao júri que a Sra. Arvizo tinha ido para Miami a fim de fugir dos repórteres de Los Angeles. Mas Janet negou isso completamente. Ela contou aos jurados que estava apenas preocupada com os misteriosos “assassinos” que faziam ameaças de morte, e alegou que ela não se preocupou com o pessoal da mídia rondando sua casa em East Los Angeles.
Durante o interrogatório, Janet finalmente admitiu ter feito, de fato, uma queixa sobre o assédio da mídia, que ela queria ficar longe da multidão de repórteres que a perseguiam em Los Angeles. As a confissão de Janet veio somente quando Mesereau apresentou uma parte da fita em que os jurados puderam ouvir Janet Arvizo se queixando à Frank Cascio.
A fim de obter uma declaração de Janet sobre os fatos, Mesereau foi forçado a se referir à conversa gravada, que, em diversas vezes, entrou em conflito com o testemunho anterior de Janet.
“Você diz aqui: „Eu sei que nós somos uma família, Frank. Eu, você, eu, meus filhos, somos uma família. Você, Marie Nicole, meus filhos, Baby Rubba são uma família. Michael, Marie Nicole, você, eu somos uma família, e os meus pais. Isso é tudo o que tenho‟. Consegue ler isso?”, Mesereau perguntou.
“Sim”, Janet disse, lendo a transcrição de sua conversa telefônica com Frank.
“Agora… Essa conversa ocorreu depois que você disse ter escapado de Neverland com Jesus [Salas], verdade?”
“Correto.”
“E você ainda estava chamando Michael de sua família, correto?”
“Está correto, sim.”
“Você não fugiu de Neverland na verdade, não é?”, Mesereau brincou.
“Ah, eu fugi, sim”, Janet insistiu.
“Quantas vezes você retornou à Neverland após essa sua primeira fuga?”
“Depois que fui convencida por Frank de que eles eram pessoas boas, voltei com Chris imediatamente”, Janet contou, “Eu voltei no mesmo dia, e Vinnie me levou de volta, e é isso. Eu acho. Estou tentando resumir as informações daqueles dois dias.”
“Bem, é um total de três fugas, não é?”
“Você está incluindo aquela eu que eu saí definitivamente e nunca mais voltei?”
“Sim. E talvez sejam até quatro fugas. Quantas vezes você fugiu de Neverland?”, Mesereau queria saber.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Dom 21 Out 2012 - 12:53

Mas Janet Arvizo não conseguiu responder. Janet parecia ter um enredo sobre suas fugas e seus retornos à Neverland, e, vez ou outra, ela falava sobre o rancho como se tivesse acontecido num mundo de sonhos. Ou ela estava tentando fugir das perguntas, ou estava realmente confusa sobre sua realidade. Em termos de suas “fugas” de Neverland, Janet pediu à Tom Mesereau que por gentileza lhe dissesse a resposta. Enquanto ficava esgotada e confusa no banco das testemunhas, todo mundo na sala ficou atordoado.
Os observadores do tribunal fofocavam furiosamente sobre Janet durante os intervalos, se perguntando por que a promotoria tinha a colocado como testemunha. Janet se tornou uma piada, e a maioria das pessoas pensava que a mulher estava fora de sua mente. As pessoas comentavam que a Sra. Arvizo parecia fora de contato com a realidade. O pessoal da imprensa ria sobre o fato de que Janet declarara com mais certeza sobre seus tratamentos de depilação de cera nas pernas, nas virilhas, nas sobrancelhas, do que ela declarou sobre Michael Jackson e seus associados e o suposto cativeiro em que sua família ficou.
A ideia de que todos estavam tomando notas sobre as depilações de cera fez com que a maioria dos membros da mídia rissem sozinhos. Por um momento, Janet se tornara a estrela do julgamento, e as pessoas assistiram com espanto, esperando a próxima loucura sair de sua boca.
Janet continuou dizendo ao júri sobre os “associados” de Michael, a quem ela chamou de “os alemães”. Mas a mulher declarou que não tinha nenhum conhecimento concreto sobre a ligação de Dieter Weisner e Ronald Konitzer com a vida de Michael Jackson. Sobre “os alemães”, Janet parecia achar que eles eram encarregados dos assuntos de Jackson, e insistiu que Dieter e Ronaldo estavam tentando controlá-la. Ela disse ao júri que “os alemães” eram os problemas dela, mas quando solicitada a elaborar isso, Janet só conseguiu dizer que não gostava da presença de Dieter e Ronald.
Janet alegou que os homens alemães a assustavam e afirmou que eles a disseram uma vez que poderiam fazê-la desaparecer. Quando perguntada por que, se ela se sentia tão ameaçada, nunca fizera uma tentativa de falar com a polícia sobre os dois homens, Janet evitou a questão. Mesereau perguntou por que Janet pôs os pés em Neverland de novo se temia por sua vida. Mas Janet não tinha uma resposta.
“Você ainda está dizendo ao júri que tudo de bom que você falou sobre Michael no vídeo de refutação veio de um roteiro?”, Mesereau perguntou.
“Sim.”, Janet insistia.
“Você disse ao júri que, quando fez a fita, todas as coisas boas que falou sobre o Sr. Jackson foram ensaiadas, correto?”
“No vídeo de refutação que eles fizeram, a coisa inteira, do início até o fim, incluindo os bastidores… Foi tudo roteirizado, tudo isso.”
“Sra. Arvizo, o que você disse sobre Michael Jackson ser paternal, era essa a verdade?”
“Tudo aquilo foi ensaiado por Dieter e Ronald”, Janet insistiu, “É tudo atuação.”
“As palavras que você disse são verdadeiras ou falsas?”
“As palavras que eu disse faziam parte de um script.”
“Você estava dizendo a verdade ou não?”
“Eu estava atuando.”
“Você achava que Gavin também estava atuando nesse vídeo?”, Mesereau perguntou.
“Sim, porque eu tinha visto Dieter trabalhar com os meus filhos antes de Jesus ter nos levado de volta pra casa da minha mãe. Eu já tinha visto o Dieter trabalhar comigo e com os meus filhos.”
“Você acredita que o que Gavin disse era verdade ou não?”
“Eu acredito que ele estava mantendo o roteiro.”
Mesereau perguntou sobre a questão de Michael como uma figura paterna e, curiosamente, Janet admitiu que, mesmo durante suas supostas tentativas de fuga em Neverland, ela teve que se referir à Michael Jackson como sua “família”. O testemunho de Janet Arvizo foi extremamente contraditório. Enquanto a julgavam, as pessoas decidiram que a mulher estava vivendo num mundo de paranoia. Depois de um tempo, tudo o que Janet dizia parecia ser inválido, e certos membros do júri estavam revirando seus olhos.
Cheias de teorias de conspiração e acusações de que Michael Jackson era o idealizador de uma trama, as pessoas olhavam para Janet como se ela tivesse seis cabeças.
Janet Arvizo foi um desastre para a promotoria.
Durante o interrogatório, Mesereau foi capaz de mostrar que Janet usou Michael em doações de sangue e arrecadações de fundos, e tinha encontrado outras maneiras de usá-lo para tirar dinheiro para a causa de Gavin. O advogado de defesa lembrou aos jurados que Jackson tinha aberto sua casa para a família Arvizo e tinha permitido que Gavin e Star ficassem em sua casa quando Gavin ainda era um garoto miudinho e careca numa cadeira de rodas. Nenhuma outra celebridade fez tal oferta.
Do banco das testemunhas, Janet deu o seu melhor pra negar que Michael havia ajudado a curar seu filho do câncer. Ela questionou os motivos de Jackson e negou que ele tivesse agido por amor e boa vontade. Mas o fato era: Michael Jackson dedicara muito tempo e esforço à Gavin Arvizo, e, com as orações e a ajuda de Michael, o câncer de estágio 4 de Gavin entrara em remissão. Não tinha como negar que Jackson desempenhara um grande papel na recuperação milagrosa do garoto. Não havia dúvidas na mente de todas as pessoas.

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Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones cap-23

Mensagem por sissi em Ter 23 Out 2012 - 18:27

“ONE DAY IN YOUR LIFE”
“UM DIA EM SUA VIDA”
Michael usava ternos pretos acentuados por um colete diferente a cada dia, suas roupas eram feitas de tecidos caros e, geralmente, adornadas com botões dourados. Às vezes, ele incrementava seu visual com um medalhão de ouro em torno de sua camisa de gola; outras vezes, ele usava um cinto ornamental de ouro, uma reminiscência de tempos passados. Havia sempre uma braçadeira estampada em seu terno, a qual ninguém parecia saber o significado, mas uma das suposições era de que a braçadeira era para parecer “militar”, indicando um sinal de posição, como um líder militar. Com certeza, a braçadeira se tornara uma forma de Jackson se distinguir, um caminho para transmitir ao mundo seu status de pop star.
Não que Jackson precisasse fazer alguma coisa em especial para atrair os fãs. Sua mera presença causava um turbilhão de emoções transferidas num ritmo. Sempre que ele aparecia, as pessoas tocavam bem alto a sua música. Alguns gostavam de cantar e imitar o artista. Jackson criava uma intensidade no ar que fazia todo mundo se emocionar; era uma emoção que transitava até nos assistentes do xerife e nos opositores de Jackson, quisessem eles admitir ou não.
Não importava o quão intensa a mídia era, não importava quanto barulho os fãs faziam, Michael se portava bem, se movendo num ritmo lento e constante, particularmente consciente do exame minucioso da imprensa, extremamente consciente de sua imagem. Mesmo diante de graves acusações criminais, Michael exalava um sentimento de júbilo o qual lutou para manter. Sua energia era inegável e despertava as pessoas de uma forma tão intensa que muitos dos fãs não conseguiam conter suas explosões. Em seu momento mais obscuro, os fãs não se cansaram de Jackson, e ele não conseguia resistir a eles.
No entanto, Tom Mesereau não queria que Jackson fosse pego em qualquer coisa que pudesse distraí-lo. Mesereau não queria que Jackson tivesse sua atenção desviada pela adulação, pela música alta e pelas danças feitas pelos fãs. Para manter Jackson no curso, o advogado de defesa fazia questão de receber o pop star do lado de fora do tribunal todos os dias, mantendo o Rei do Pop longe das câmeras e das fanfarras que seguiam Michael diariamente.
Os advogados anteriores tinham cometido o erro de permitir que Jackson organizasse festas luxuosas e coletivas de imprensa em Los Angeles, de permitir que Jackson viajasse em jatinhos particulares saindo e voltando à Santa Maria, de permitir que Jackson fosse tão bombardeado por seus fãs de modo que precisou subir em seu carro, a fim de evitar ser reprimido em uma audiência pré-julgamento. Mesereau sabia que a mídia se divertia com tudo isso, descrevendo Michael como alguém fora de contato com a realidade, distorcendo o incidente do carro para algo que não tinha acontecido – alegando que Jackson tentara se apresentar em cima do automóvel em frente ao tribunal. Mesereau também sabia que os advogados anteriores de Jackson possuíam um forte desejo de conseguirem seus “15 minutinhos de fama” em frente às câmeras. De Randy, Mesereau soube das travessuras de Mark Geragos, advogado de Jackon que supostamente tirou Randy do caminho, logo após a primeira audiência de acusação. Aparentemente, Mark Geragos abriu caminho ao lado de Michael para poder sair nas fotos.
As pessoas não sabiam que Michael não estava feliz em ter advogados “Hollywoodianos”. As pessoas não sabiam que Tom Mesereau se envolveu com o caso de Michael Jackson porque Michael e Randy pessoalmente ligaram para Johnnie Cochran no hospital para pedir conselhos ao advogado. Foi Johnnie Cochan quem disse a Michael e Randy que Tom Mesereau era o homem certo para “fazer o trabalho”.
Logo no início, quando Mesereau pegou o caso, o advogado colocou um fim em todos os rumores, eliminando qualquer “momento Hollywoodiano” e eliminando qualquer pessoa que pudesse contribuir com o murmurinho da mídia. Isso incluiu o pessoal da Nação do Islã, que se apegavam cada vez mais à comitiva de Jackson.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por Nany Jackson em Qui 25 Out 2012 - 9:56

Nossa começei a ler ontem esse livro que vc esta postando aqui linda...e posso dizer que é mesmo muito triste ler tudo isso, mas temo que ler sobre essa epoca que tanto marcou a Michael e a nos tb sendo fã dele.

Gostei e me prendeu a cont lendo pois gosto de ler sobre o Michael, mesmo que eu fique muito nervosa só de imagina nosso anjo ali vendo toda essa palhaçada, mas enfim estou cópiando aqui no meu pc pois gosto de monta livros em casa sobre o Mike ok vou imprimir tudo ate o ultimo capto ta se vc não se importa e o meu marido tb esta querendo ler esse livro ele é Advogado e se interessou pela historia quando ontem eu contei do que se referia a minha leitura e por causa do meu nervoso rsrsrs...

Pois bem linda cont, agora sempre vou esta por aqui certo vou tenta fica em dia com vc...

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Qui 25 Out 2012 - 11:21

obrigada Nany, é sempre bom saber que há alguem lendo minhas postagens, eu me deparei com esse livro nos blogs da vida dedicados a Michael e nao perdi tempo em posta-lo aqui, pois à medida que fui lendo, foi ficando cada vez mais claro (não que eu duvidasse antes) o quanto tripudiaram Michael, o quanto tentaram suga-lo ate a ultima gota e o quanto aquele bando de idiotas tentaram a qualquer custo ridiculariza-lo.

Aquelas crianças estavam treinadas para mentir e o que dizer da mae? bom, nao vou comentar muito senao conto a historia antes de voce ler.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Qui 25 Out 2012 - 18:29

O advogado de defesa não via como festas, coletivas de imprensa e campanhas publicitárias Hollywoodianas poderiam ajudar Jackson a conquistar um júri em Santa Maria, nem via como a Nação do Islã poderia contribuir para o ganho de um julgamento criminal. Mais do que tudo, Mesereau não queria que o julgamento se tornasse mais espetaculoso do que já era. Ele teve o cuidado de manter a “carta racial” [a questão da raça] e qualquer tipo de política fora do caso.
Mesereau estava a todo o vapor e, a partir do momento em que aceitou representar Michael Jackson, o advogado de defesa fez com que Michael soubesse que ele estava no negócio para ganhar. Mesereau não estava interessado no pessoal da imprensa, nos amigos da mídia, em festas de “grupos de apoio”, ou qualquer coisa do tipo. Mesereau estava lá para lutar pela vida de Jackson. Ele acreditava sinceramente que o astro era uma vítima de falsas acusações. Ele acreditava que, se pudesse humanizar Jackson, tirar toda aquela imagem de super star e a comitiva que não ajudaria em nada, o júri de Santa Maria veria a verdade por si mesmo. Para manter o julgamento longe de se tornar um circo. Mesereau apoiou a ordem de silêncio imposta pelo juiz Melville. Ele ficou feliz pelo fato de a mídia não poder ter acesso direto às testemunhas e às peças chaves do caso.
Dentro do tribunal, Mesereau acabou com importantes testemunhas, trazendo à tona detalhes que tiravam o crédito de várias teorias da promotoria. Mesereau conseguiu apontar enormes discrepâncias nos chamados depoimentos de “testemunhas oculares”, o que criou dúvidas do caso contra Jackson. Quanto mais tempo o julgamento tomava, ao que parecia, mais o júri se conectava com Tom Mesereau e Michael Jackson.
O caso Estado contra Jackson esteve realmente em apuros no início, mas a maioria da mídia que cobria o julgamento parecia não notar. A maioria do pessoal da imprensa parecia estar convencida de que haveria uma condenação. Isso era especialmente verdade para os analistas jurídicos, que pareciam ser bastante tendenciosos contra Jackson.
Em vez de serem justos e equilibrados, muitos dos especialistas jurídicos pareciam falar mais sobre a estratégia do promotor, pareciam pensar que Sneddon estava fazendo um bom trabalho. Que o sentimento pró-promotoria crescia eventualmente, fazendo com que outros membros da imprensa informassem detalhes que pertenciam a uma campanha de difamação contra Jackson. Os observadores do tribunal captaram a falta de credibilidade que cercava o acusador e sua família, mas, ainda assim, muitos repórteres insistiam em todo aquele alvoroço e sensacionalismo criado pela imprensa negativa. A mídia que cobria o caso estava interessada em dar ao público o “prato principal”, e, muitas vezes, ignorava os fatos mais simples apresentados na Corte.
As discrepâncias entre os depoimentos de Janet Arvizo e os verdadeiros eventos em Neverland se tornaram completamente claras quando um ex-segurança do rancho, o oficial Brian Barron, prestou testemunho e descreveu o período de três semanas em que Janet e seus filhos foram hóspedes de Michael Jackson no início de 2003. Por exemplo, Janet alegou que ela foi escondida numa das unidades de hóspedes em toda a duração da visita, mas o oficial Barron contou aos jurados que ela foi vista caminhando pela propriedade, que passou várias noites dormindo com seus filhos em um dos estúdios de dança de Neverland e fez suas refeições na casa principal regularmente.
O ex-segurança, cujo trabalho era manter a segurança para as crianças em Neverland e supervisionar os jovens hóspedes de Michael Jackson, falou que, quando a família Arvizo ficou na propriedade em fevereiro de 2003, pelo menos outros trinta convidados foram visitar o rancho nesta mesma época. O oficial Barron mencionou Mikko Brando, filho do grande ator Marlon Brando, assim como Aldo e Nicole Marie Cascio, irmãos do amigo de Michael, Frank. A lista dos hóspedes de Neverland era longa. O lugar parecia ter portas giratórias.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Qui 25 Out 2012 - 18:33

O advogado de defesa não via como festas, coletivas de imprensa e campanhas publicitárias Hollywoodianas poderiam ajudar Jackson a conquistar um júri em Santa Maria, nem via como a Nação do Islã poderia contribuir para o ganho de um julgamento criminal. Mais do que tudo, Mesereau não queria que o julgamento se tornasse mais espetaculoso do que já era. Ele teve o cuidado de manter a “carta racial” [a questão da raça] e qualquer tipo de política fora do caso.
Mesereau estava a todo o vapor e, a partir do momento em que aceitou representar Michael Jackson, o advogado de defesa fez com que Michael soubesse que ele estava no negócio para ganhar. Mesereau não estava interessado no pessoal da imprensa, nos amigos da mídia, em festas de “grupos de apoio”, ou qualquer coisa do tipo. Mesereau estava lá para lutar pela vida de Jackson. Ele acreditava sinceramente que o astro era uma vítima de falsas acusações. Ele acreditava que, se pudesse humanizar Jackson, tirar toda aquela imagem de super star e a comitiva que não ajudaria em nada, o júri de Santa Maria veria a verdade por si mesmo. Para manter o julgamento longe de se tornar um circo. Mesereau apoiou a ordem de silêncio imposta pelo juiz Melville. Ele ficou feliz pelo fato de a mídia não poder ter acesso direto às testemunhas e às peças chaves do caso.
Dentro do tribunal, Mesereau acabou com importantes testemunhas, trazendo à tona detalhes que tiravam o crédito de várias teorias da promotoria. Mesereau conseguiu apontar enormes discrepâncias nos chamados depoimentos de “testemunhas oculares”, o que criou dúvidas do caso contra Jackson. Quanto mais tempo o julgamento tomava, ao que parecia, mais o júri se conectava com Tom Mesereau e Michael Jackson.
O caso Estado contra Jackson esteve realmente em apuros no início, mas a maioria da mídia que cobria o julgamento parecia não notar. A maioria do pessoal da imprensa parecia estar convencida de que haveria uma condenação. Isso era especialmente verdade para os analistas jurídicos, que pareciam ser bastante tendenciosos contra Jackson.
Em vez de serem justos e equilibrados, muitos dos especialistas jurídicos pareciam falar mais sobre a estratégia do promotor, pareciam pensar que Sneddon estava fazendo um bom trabalho. Que o sentimento pró-promotoria crescia eventualmente, fazendo com que outros membros da imprensa informassem detalhes que pertenciam a uma campanha de difamação contra Jackson. Os observadores do tribunal captaram a falta de credibilidade que cercava o acusador e sua família, mas, ainda assim, muitos repórteres insistiam em todo aquele alvoroço e sensacionalismo criado pela imprensa negativa. A mídia que cobria o caso estava interessada em dar ao público o “prato principal”, e, muitas vezes, ignorava os fatos mais simples apresentados na Corte.
As discrepâncias entre os depoimentos de Janet Arvizo e os verdadeiros eventos em Neverland se tornaram completamente claras quando um ex-segurança do rancho, o oficial Brian Barron, prestou testemunho e descreveu o período de três semanas em que Janet e seus filhos foram hóspedes de Michael Jackson no início de 2003. Por exemplo, Janet alegou que ela foi escondida numa das unidades de hóspedes em toda a duração da visita, mas o oficial Barron contou aos jurados que ela foi vista caminhando pela propriedade, que passou várias noites dormindo com seus filhos em um dos estúdios de dança de Neverland e fez suas refeições na casa principal regularmente.
O ex-segurança, cujo trabalho era manter a segurança para as crianças em Neverland e supervisionar os jovens hóspedes de Michael Jackson, falou que, quando a família Arvizo ficou na propriedade em fevereiro de 2003, pelo menos outros trinta convidados foram visitar o rancho nesta mesma época. O oficial Barron mencionou Mikko Brando, filho do grande ator Marlon Brando, assim como Aldo e Nicole Marie Cascio, irmãos do amigo de Michael, Frank. A lista dos hóspedes de Neverland era longa. O lugar parecia ter portas giratórias.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por Nany Jackson em Sex 26 Out 2012 - 18:19

Nossa amiga meu sem comentarios pra ler esse livro meu Deus...não sei porque mas as vezes eu lendo da uma vontade enorme de chorar só de imagina pelo o que nosso anjo passou na vida dele aff´só mesmo Deus podia conforta o coração dele nessa hora....

Hoje eu estava vendo uns videos dele aqui no trabalho e lembrando de algumas coisas e sem conseguir segurar eu tive que ir no banheiro pois ja estava chorando...

Que falta ele nos faz né...

Bora cont levando o legado dele ate o fim

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por Beah-chan em Sex 26 Out 2012 - 19:30

É, linda, concordo.

Nós todas sentimos pelo o que ele passou e o pior é que por mais
que nós tentássemos nunca conseguimos fazer muita coisa para
apagar um pouco da dor dele.

E isso faz com que eu me sinta um pouco impotente.
Hj mesmo estava lendo uma fic e num determinado momento que falava do sorriso dele e o quanto ele amava ajudar as crianças eu começei a chorar tbm. Sorte que eu trabalho na rua e era meu horário de almoço.
Sinto muito a falta dele, é como se eu tivesse perdido o grande amor da minha vida.
Sei que isso parece meio bobo, mas para a menininha de 5 anos que andava pela casa dizendo que ía casar com Michael Jackson, e ao crescer perder ele, é muito doloroso. Eu não iria conseguir me casar com ele mesmo, mas só de saber que ele está respirando em algum lugar e torcer por sua felicidade já era o suficiente pra mim.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Sab 27 Out 2012 - 9:08

No final das contas todas nós nutrimos os mesmos sentimentos por ele, eu mesma perdi a conta de quantas vezes ja chorei vendo videos e lendo tudo que encontro. A gente sente vontade de coloca-lo no colo e proteger, dizer que não vamos deixar ninguem se aproximar dele com maldade..... Mas infelizmente não podemos realmente fazer nada.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Sab 27 Out 2012 - 9:24

Brian Barron, oficial da polícia local que trabalhava meio-período como segurança de Jackson, insistiu que nunca vira qualquer irregularidade no rancho Neverland, assegurando aos jurados que relataria se realmente tivesse visto algo impróprio. De acordo com Barron, Neverland era um “lugar divertido para ir”, onde as crianças praticamente faziam o que bem quisessem e “eram muito bem tratadas”. Quando Brian Barron disse ao júri que não lhe foi dada nenhuma indicação, em qualquer momento, de que os Arvizos estavam tentando fugir de Neverland, seu depoimento foi devastador para a acusação de conspiração da promotoria. O oficial Barron foi solicitado a checar os registros diários de saída do rancho, e ele estava completamente certo sobre as idas e vindas dos Arvizos. De acordo com o policial, os registros de segurança de Neverland indicavam que, em 12 de fevereiro de 2003, Janet e seus filhos deixaram a propriedade com Jesus Salas num Rolls-Royce de Jackson, sem qualquer incidente relatado.
Barron recordou que a família parou na unidade dos guardas e seguiu com os procedimentos normais enquanto o Rolls-Royce deixava o rancho.
Não houve nenhuma “fuga” da família Arvizo.
Não houve “pânico” nos portões de Neverland.
Quando o policial contou aos jurados que existem duas escolas particulares do outro lado da rua de Neverland, as pessoas ficaram intrigadas, se perguntando o por que, se Janet sentiu que estava em perigo, a mãe Arvizo não correu pela estrada para pedir ajuda a alguém de uma das escolas.
O oficial Barron confirmou que havia muito movimento na Figueroa Mountain Road, explicando que tinha visto pais, professores e diretores indo e vindo durante todos os dias do início de 2003, no mesmo período em que Michael Jackson supostamente manteve os Arvizos em cárcere privado.
A essência do depoimento do oficial Barron era: ele não ouviu ninguém reclamar, não ouviu ninguém pedir por ajuda. Nenhuma pessoa da família Arvizo agiu como se houvesse algum problema em Neverland. Acima de tudo, os Arvizos pareciam muito felizes. As crianças Arvizo brincavam livremente pelo rancho o dia inteiro, e Janet estava curtindo um estilo de vida que incluía regulares pagamentos caros em seus tratamentos de beleza e outras amenidades.
Os jurados pareceram chocados quando o ex-segurança de Neverland testemunhou que Janet e seus filhos faziam passeios para as cidades vizinhas, mostrando onde ele havia registrado as saídas diárias da família nos portões de Neverland. Quando foi exibido um documento que mostrava duas páginas de gastos significantes de Janet, milhares de dólares de contas, todas pagas por Michael Jackson, foi impossível acreditar nas alegações que Janet fizera sobre nunca ter feito uma tentativa séria para fugir do rancho.
Com outra testemunha ajudando à defesa, os observadores do caso começaram a perceber que a acusação de conspiração era injustificada. Poucas pessoas da imprensa reportavam suas dúvidas sobre o caso da promotoria, mas essas pessoas estavam realmente em minoria. Nos bastidores, alguns especulavam sobre a equipe de acusação estar se agarrando a uma corda bamba, mas quase nenhum repórter teve coragem de dizer isso na TV.
A promotoria estava se afogando naquela teoria de conspiração, e, enquanto a insanidade daquela acusação contra Michael Jackson se tornava mais evidente para o júri, a denúncia de abuso sexual infantil se tornava mais questionável também. Embora os meios de comunicação continuassem fofocando sobre as peculiaridades da vida de Jackson, embora a acusação teimasse em querer ver Jackson indo para a prisão, a histórias e cenários apresentados ao júri não eram sérios.
A promotoria tentou apresentar Janet Arvizo como uma mãe pouco sofisticada que foi cegada pela imagem de Michael Jackson. Eles queriam que os jurados ignorassem seu passado negro. Eles queriam que os jurados achassem que Janet era uma simples vítima. No entanto, eles não viram que as mentiras constantes de Janet faziam com que a promotoria parecesse estar em Never, Never Land [numa terra do nunca]. Quanto mais sabiam sobre Janet, quanto mais ouviam os testemunhos de funcionários de Neverland que contradiziam o que Janet afirmava, mais os jurados se viam na posição de escolher no que Janet estava mentindo.
Janet insistiu repetidamente que havia sido mantida refém, que ela e seus filhos fingiram ser uma “família” com Michael porque ela se sentiu pressionada pelos associados de Jackson. Ela insistiu que havia uma conspiração.
A Sra. Arvizo testemunhou que estava com muito medo de chamar as autoridades. Ela disse que tinha medo de desafiar “esse Golias”, Michael Jackson. Mas, para os presentes no tribunal, parecia que Janet era incapaz de dizer a verdade – pelo menos por um dia em sua vida.

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Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones cap-24

Mensagem por sissi em Ter 30 Out 2012 - 19:17

“BEAT IT”
“CAI FORA”
Os procedimentos do julgamento assumiram um papel secundário no dia em que Mesereau demitiu o conselheiro de longa data da família Jackson, Brian Oxman. Oxman, um advogado visto frequentemente com os olhos fechados na Corte, de certo não estava ajudando em nada à estratégia da defesa. De alguma forma, ele estava prejudicando a equipe de defesa, parecendo meio entediado e desinteressado em parte do tempo.
Quando o advogado foi repentinamente dispensado por Mesereau, que entrou com uma “notificação de dissociação” no tribunal superior em 21 de abril de 2005, a cena foi registrada por fotógrafos no estacionamento do tribunal. Jornais mostravam Mesereau apontando o dedo para Oxman, criticando o conselheiro legal da família. Mesmo depois de a notificação de desligamento ser apresentada, Brian Oxman marchava para o tribunal, apenas pra ser escoltado pra longe por um oficial de justiça quando tentou se sentar atrás da mesa da defesa.
Até aquele momento, Oxman tivera um papel limitado no julgamento. Ele era mais titular do que qualquer outra coisa. As testemunhas do julgamento foram interrogadas exclusivamente por Tom Mesereau e Bob Sanger, com Mesereau tomando a maior parte do trabalho em seus ombros, assistido por sua consultora, Susan Yu. Os observadores do tribunal acreditavam que, se Michael pudesse escolher, seria a sua opção ter Tom Mesereau juntamente com a bela Susan Yu lidando com todo o julgamento.
Os tabloides fizeram um grande negócio com a demissão pública de Brian Oxman, mas Tom Mesereau mais tarde confidenciou que estava tentando evitar qualquer constrangimento público para Oxman, que fora advogado da família Jackson durante anos. Mesereau insistiu que Brian Oxman tinha sido avisado pra ficar longe da Corte, que ele havia sido avisado de que uma notificação de dissociação oficial estava prestes a ser apresentada. Brian Oxman poderia ter evitado as fofocas dos tabloides se não tivesse sido tão insistente em ficar seguindo desesperadamente o rastro da família Jackson, mas Oxman sentiu que era direito seu estar presente no centro dos holofotes.
Oxman, um confidente da família que tinha representado Randy Jackson e outros Jacksons, alegou que era o advogado que inicialmente ajudou a intermediar a questão de ter Tom Mesereau substituindo o advogado original da defesa de Jackson, Mark Geragos. Para alguns observadores, foi irônico o fato de Mesereau ter sido forçado a participar de uma cena pública com Oxman no estacionamento do tribunal, mas Oxam não era o advogado criminal responsável pelo caso. Oxman era uma bagagem extra, e seu exibicionismo para a mídia não estava transmitindo a mensagem que Mesereau apreciava.
Após a discussão acalorada, Oxman e Mesereau se despediram com um abraço e um aperto de mão. Seria a primeira reorganização da equipe de defesa, mas, antes que o julgamento terminasse, Ramone Bain, a incrível acessora de Michael Jackson, também receberia uma carta de demissão. Ninguém sabia confirmar por que isso aconteceu, mas as pessoas somaram dois com dois quando viram que o afastamento da Sra. Bain se deu praticamente em conjunto com a destituição do reverendo Jesse Jackson, que tinha vindo à Santa Maria pra falar sobre o estado de espírito de Michael, pra falar sobre Michael ser vítima de uma equipe de acusação excessivamente zelosa.
Aparentemente, Mesereau sentiu que a cobertura do julgamento permanecia pura. Ele queria que a mídia se ativesse aos fatos, e não precisava de nenhuma opinião externa. Foi estranho o fato de que, quando o reverendo Jackson saiu de Santa Maria, isso aconteceu discretamente, sem especulação da mídia. Se, nos bastidores, a equipe de defesa foi feliz em
remover qualquer menção de direitos civis ou a discriminação racial da equação – ninguém da mídia pegou nessa.
Ainda assim, havia sempre “questões” em torno de Jackson que continuavam a aparecer. Por exemplo, uma aeromoça da ExtraJet, Cindy Montgomery, foi inicialmente desclassificada como testemunha em potencial, porque estava apelar ao direito da Quinta Emenda para não responder questões da defesa que pudessem incriminá-la num outro processo que trata do assunto de uma gravação secreta de Michael Jackson num avião. A Srta. Montgomery teve seu próprio advogado presente para afirmar que qualquer coisa que ela dissesse poderia ser potencialmente incriminadora.
Como aconteceu, a Srta. Montgomery testemunhou e nunca foi acusada formalmente de qualquer infração. Mas, alguns meses depois de o julgamento criminal de Jackson ter terminado, duas outras partes envolvidas na gravação secreta do vídeo de Michael Jackson num vôo da ExtraJet foram julgadas, condenadas e sentenciadas por conspiração contra a privacidade de Jackson.
Este era o mundo do superstar.
Era sempre um calvário público – nada a ver com Michael Jackson, e que foi destacado pelo testemunho de sua ex-mulher, Debbie Rowe, que já tinha desistido de seus direitos maternos em relação a seus dois filhos, Prince e Paris; Rowe se encontraria numa situação emocional muito difícil ao tomar o banco das testemunhas em nome da promotoria.
Esperava-se que Debbie Rowe testemunhasse que tinha dado uma “atuação ensaiada” no vídeo de refutação de Jackson, que foi ao ar na rede Fox. Esperava-se que Rowe dissesse que Michael não era um bom pai, e que a ex-esposa de Jackson reclamasse seus direitos de visitação.
Todos os tipos de fofoca foram alimentados nos dias anteriores ao testemunho de Debbie Rowe, especialmente porque ela estava participando de uma luta pública com Jackson numa disputa pela custódia de Prince Michael I, 8 anos, e Paris, de 7. Debbie Rowe, que havia sido casada com Jackson de 1996 a 1999, tinha mudado de ideia sobre Prince e Paris, e fez uma proposta pela custódia em 2004 – logo após Jackson ter cortado o pagamento anual de 1 milhão de dólares que fazia.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Seg 5 Nov 2012 - 8:48

Vim só pedir desculpas por estar demorando a postar, mas meu pc está estragado e é onde eu tenho todos os arquivos.... Assim que conserta-lo volto a postar normalmente.... sorry

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Seg 5 Nov 2012 - 18:03

Com uma iminente batalha de custódia, com um juiz de Segunda Instância ter decidido que as reivindicações de Rowe sobre seus direitos de mãe eram “inválidas” devido a “problemas processuais”, a mídia salivava sobre a bomba que o testemunho de Debbie Rowe poderia jogar contra Jackson. Na esperança de que Rowe dissesse coisas escandalosas, num esforço para ajudá-la a ganhar a custódia de seus filhos, a intensidade da mídia estava num nível altíssimo o tempo inteiro.
Mas quando foi interrogada pelo assistente do promotor, Ron Zonen, Debbie Rowe manteve a calma. Ela falou sobre a gravação do vídeo de refutação de Michael, uma gravação que durou quase 9 horas, e contou que seu advogado estava presente o tempo todo. Quando perguntada sobre se ela alguma vez tinha visto um script, Debbie Rowe disse categoricamente: “Não”.
Rowe contou ao júri que Ian Drew, o homem que conduziu a entrevista, tinha uma vasta lista de perguntas pra ela, e afirmou que foi sincera em todas as suas respostas. Ela insistiu que suas respostas foram espontâneas e honestas, e admitiu ter exagerado um pouco na questão de “ainda ser parte da família de Michael”. Rowe disse que mentiu sobre isso “para proteger as crianças e para tentar manter as perguntas da mídia afastadas”.
Debbie Rowe estava ativa, descrevendo seus esforços para participar da entrevista do documentário de refutação como algo que tinha gostado e que estava “animada” pra fazer. Ela testemunhou que ficou feliz em responder a algumas perguntas em nome de Michael, e afirmou que concordou em fazer a entrevista, em parte, por ter esperanças de que pudesse ver seus filhos – a quem ela não via há mais de 2 anos. Rowe disse que também esperava “possivelmente renovar um relacionamento com o Sr. Jackson”.
A Sra. Rowe afirmou que lhe prometeram uma visita à Neverland que não se concretizou, e explicou que, após nove meses de conversas telefônicas, ela decidiu ir ao tribunal da família, onde teve seus direitos de mãe reintegrados. Quando foi interrogada por Mesereau, o advogado de defesa queria que ela desse mais detalhes de sua disputa com Michael Jackson no tribunal da família, mas Debbie Rowe não queria chamar aquilo de uma disputa. Debbie não queria a raiva de Michael, e olhou para ele com os olhos úmidos, de uma maneira que a fez parecer arrependida.
Quando Mesereau perguntou à Sra. Rowe sobre seu “pretexto das ligações”, Debbie Rowe admitiu ter concordado em trabalhar com os xerifes de Santa Barbara, telefonando para o “pessoal” de Michael enquanto permitia que os investigadores gravassem secretamente suas ligações. Ela se lembrou de ter feito meia dúzia de telefonemas, especificamente para Marc Shaffel, Ian Drew e Dieter Weisner, todos os quais tinham participação no vídeo de refutação de Michael.
Mas, ao invés de deixá-la atacar a defesa, Mesereau conseguiu se concentrar na reação de Rowe em relação à investigação de conspiração, e explorou o ponto de vista da mulher sobre os “conspiradores não-incriminados” em torno de Michael Jackson. Não demorou muito para que ela admitisse que realmente não confiava em qualquer um dos associados de Michael. Aparentemente, o conceito de Rowe sobre os alegados co-conspiradores não ajudou a estabelecer a ideia de que Michael estava diretamente envolvido em qualquer uma das entrevistas do documentário-refutação. Mais do que qualquer coisa, durante o interrogatório de Mesereau, Rowe deu aos jurados a impressão de que o “pessoal” de Michael estavam agindo sem o conhecimento do pop star.
“Você disse ao xerife que, na sua opinião, Marc Shaffel estava continuamente tentando tirar vantagem de Michael Jackson, correto?”, Mesereau questionou.
“Correto.”, respondeu Rowe.
“E você pensou que ele estava manipulando Michael Jackson, visando ganhar muito dinheiro, certo?”
“Sim.”
“Você também fez declarações aos xerifes sobre pensar que Dieter e Ronald estavam manipulando Michael Jackson, correto?”
“Sim.”
“Era a sua percepção, baseada no que tinha observado de Shaffel, Dieter e Konitzer, que os três estavam trabalhando juntos?”, Mesereau perguntou.
“Oh, sim.”, Rowe testemunhou.
Debbie Rowe disse aos jurados que, em sua opinião, os três homens estavam mesmo trabalhando juntos – Shaffel, Dieter e Konitzer -, tentando encontrar maneiras de usar o nome de Michael Jackson para garantir lucros. Em seu conhecimento, os três homens tinham planos para empreendimentos Jackson na América e na Europa. Rowe falou que estava convencida de que Michael não tinha ciência de todos os seus empreendimentos, explicando que vira esse tipo de padrão de “manipuladores” na vida de Jackson antes.
“E em um ponto, você disse ao xerife que pensou que Michael Jackson estava, de certa forma, muito distante do que esses caras estavam fazendo, certo?”
“Pelo meu conhecimento passado, ele é removido dos manipuladores, das pessoas que cuidam dos negócios deles e tomam todas as decisões, e há um grande número de vezes em que eles não o consultam.”, explicou Rowe.
“E você achou que esses três homens, Shaffel, Dieter e Konitzer, estavam fazendo exatamente isso, não é?”
“Senti fortemente”, insistiu Roere.
Quanto mais Mesereau a questionava, cuidadosa e suavemente pedindo à Rowe que explicasse ao júri sobre o mundo privado de Michael, mais Debbie Rowe começava a ser abalada, esforçando-se para responder às perguntas. Ela assegurou ao júri que suas respostas no vídeo de refutação foram espontâneas e confirmou que deu opiniões honestas e favoráveis sobre Michael. Em relação a ter permitido ser gravada por mais de 9 horas, ela explicou que cooperara livremente, sem pagamentos, já que tinha ouvido falar sobre o documentário “negativo, distorcido e incompreendido” de Bashir.
Para o júri, Debbie Rowe quis esclarecer algumas questões. Talvez ela quisesse um clima tranquilo com Michael. Por alguma razão, ela estava cheia de elogios pra ele. Entre as coisas que Debbie Rowe falou em seu depoimento:
Michael era um bom pai.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

Mensagem por sissi em Ter 6 Nov 2012 - 18:46

Michael era um homem de família.
Michael era um homem com quem ela ainda se preocupava.
Debbie insistiu que ainda considerava Michael como um amigo, e disse ao júri que lhe dera a custódia total das crianças no momento do divórcio. Enquanto lágrimas brotavam em seus olhos, ela encarou Michael e descreveu ter que se comunicar com ele através dos advogados por causa da disputa da custódia.
Quando se sentou no banco das testemunhas, Debbie não conseguia tirar os olhos de Michael, mas seus suplicantes olhares foram praticamente ignorados pelo pop star. Nestas circunstâncias, era claro que Michael se sentia ferido pela traição da ex-mulher. Debbie era uma testemunha de acusação. Qualquer um de seus comentários positivos sobre ele, qualquer um de seus testemunhos – que eram totalmente pró-Michael – não mudavam o fato de que ela havia cooperado com a polícia, o fato de que Debbie concordara em auxiliar a aplicação da Lei no processo criminal contra seu ex-marido.
Quando Mesereau a questionou, Debbie Rowe contou ao júri que estava preocupada com os “personagens” que cercavam Jackson no início do ano de 2003, atestando que foi alertada para “ter cuidado” em relação a alguns homens. Rowe mencionou seu antigo chefe, o Dr. Arnold Klein, a quem ela tinha contatado com a esperança de conseguir falar diretamente com Michael, mas não obteve sucesso. Rowe disse que ligou para o Dr. Klein porque não tinha certeza se os “associados” de Jackson estavam sendo sinceros com ela, e indicou que se sentiu usada, como uma mercadoria.
“Como você ficou sabendo que o Sr. Shaffel estava tentando ganhar milhões de dólares com a gravação da sua entrevista?”, Mesereau quis saber.
“Ele me disse que foi pago pra isso. Ele me falou que parte do dinheiro foi feita a partir dele por uma dívida que o Sr. Jackson tinha com ele”, Debbie testemunhou.
“Shaffel, em seu entender, sempre te pedia para ajudá-lo em seus negócios com o Sr. Jackson?”, Mesereau perguntou.
“Não. Ele só se gabava sobre poder aproveitar vantagens de uma oportunidade que eu tenho certeza que ele não sabia de nada. E falava sobre como ele fazia isso, aquilo, e aquilo outro para se certificar de que a carreira de Michael tinha sido salva, e coisas dessa natureza.”
“Ok. E você já teve a impressão de que Shaffel não estava dando a Michael Jackson todas as informações sobre o que estava fazendo?”
“Ele era como todo mundo em torno do Sr. Jackson. Sim. Ele não estava contando tudo”, Rowe explicou.
Enquanto os observadores do tribunal ouviam Debbie Rowe, enquanto elas a ouviam dizer que todos os associados de Michael eram “mentirosos”, a raiva e o ressentimento da mulher sobre as pessoas que cercavam o pop star se tornou bem clara. Através dos olhos de Debbie, as pessoas descobriam que Michael tinha poucas e preciosas pessoas em quem podia confiar. Mesmo seus assessores mais próximos, mesmo as pessoas que tentavam “salvá-lo”, pareciam estar esperando ganhar dinheiro com o nome do pop star.
“O Sr. Shaffel lhe disse que ele, Dieter e Konitzer estavam tentando ganhar dinheiro com os problemas que apareceram com o documentário de Bashir?”, Mesereau pressionava.
“Eles disseram que iriam resolver o problema e se gabavam por terem ganhado dinheiro.”, Rowe testemunhou.
“E isso te incomodou, não?”
“Sim.”
Debbie Rowe chamou os associados de Michael de “abutres oportunistas”. Ela testemunhou que Shaffel tinha se gabado por ter ganhado mais de 7 milhões de dólares com a sua entrevista para o documentário de refutação. Ela insistiu que não acreditava em nada que Shaffel se vangloriava e disse que a atitude dele a irritou muito.
Enquanto ouviam Debbie Rowe falar, o que os presentes no tribunal descobriram foi que Michael Jackson poderia ser facilmente manipulado pelas pessoas. De alguma forma, ao longo dos anos, o superstar se tornou completamente vulnerável

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Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones cap-25

Mensagem por sissi em Qui 8 Nov 2012 - 17:47

“HISTORY”
“HISTÓRIA”
Quando os promotores trouxeram um contador forense para provar que Michael Jackson estava se afundando num buraco de milhões de dólares em dívida, as pessoas tiveram dificuldade em acreditar que Jackson estava perdendo o controle de seu império financeiro. A promotoria afirmava que os problemas do pop star estavam diretamente relacionados à acusação de conspiração, alegando que suas dificuldades financeiras eram um resultado direto de sua imagem manchada no geral.
Para o júri, a promotoria tinha um contador público certificado para explicar a perícia dos vastos hábitos gastos de Jackson em relação à capacidade de fazer dinheiro do pop star. De acordo com o especialista J. Duross O‟Bryanm, que havia trabalhado em dezenas de investigações de contabilidade forenses,Michael Jackson vinha gastando um excedente de 20 a 30 milhões de dólares por ano, que aumentavam sua dívida desde o ano de 1999.
O contador parecia muito seguro de si quando testemunhou que a dívida estimada de Jackson em 2003 totalizava 224 milhões de dólares. O‟Bryan disse ao júri que, a fim de preencher a lacuna entre seus 11 milhões de dólares de faturamentos anuais e seus hábitos luxuosos, o Sr. Jackson usava extensivamente sua própria propriedade, em especial o catálogo Sony/ATV.
O‟Bryan supôs que, em 2003, Michael Jackson estava atolando numa “crise contínua de dinheiro”. Ele explicou que o catálogo da Sony/ATV tinha um valor estimado em 1 bilhão de dólares e que Jackson estava se endividando constantemente contra o valor do catálogo há anos, calculando que as retiradas de Michael do catálogo da Sony acabariam numa dívida de não mais do que “duas centenas de milhões de dólares”. O‟Bryan explicou que, se vendesse o catálogo, o Sr. Jackson ainda deveria a Sony, tendo que pagar um empréstimo de 200 milhões de dólares ao Bank Of America. Ele contou aos jurados que Jackson deveria milhões em impostos de ganhos capitais também.
“Ele acabaria sem nada.”, O‟Bryan testemunhou.
Apontando para uma série de advertências dos assessores financeiros de Jackson ao longo dos anãs, O‟Bryan detalhou o uso de Jackson de uma linha de crédito de 1999, que pagava as despesas anuais do pop star. A linha de crédito incluía uma quantia de 5 milhões de dólares em despesas legais e profissionais, 2,5 milhões de dólares em seguro e 7,5 milhões de dólares em despesas pessoais. O‟Bryan explicou que os balanços que listavam os ativos e passivos * de Jackson [ * os ativos são representados por todos os bens e direitos recebidos, já os passivos representam todas as obrigações e dívidas contraídas. N.T.], alegando que, em um certo ponto, o patrimônio líquido de Jackson tinha estado no negativo de mais de 200 milhões de dólares.
Mas os fatos e figuras de O‟Bryan não puderam ser verificados, uma vez que Jackson não fornecera todas as declarações de seus livros e extratos bancários à promotoria. O‟Bryan estava confiando principalmente em cinco caixas de correspondência entre Jackson e seus assessores financeiros, e não tinha os dados completos. Em termos de ativos tangíveis, O‟Bryan disse ao júri que as principais participações da propriedade de Jackson consistiam em três coisas: o catálogo MIJAC, que continha os direitos de publicação de músicas e performances pessoais de Michael; o catálogo Sony/ATB, que continha uma biblioteca de direitos autorais da Sony e de Michael Jackson, e o Rancho Neverland, que estava estimado em cerca de 50 milhões de dólares.
Enquanto O‟Bryan continuava detalhando as obrigações pendentes de Michael versus os bens totais do pop star, a quantidade de dinheiro que estava sendo discutida – tudo na casa dos milhões de dólares – parecia confundir o júri. A maioria das pessoas não podia pensar sobre tanto dinheiro, nem podiam entender como Michael poderia gastar o valor de 20 a 30 milhões de dólares por ano. Foi uma loucura pensar que Jackson se permitiria entrar numa dívida financeira daquelas, especialmente porque ele tinha uma renda estável que era bem mais de 10 milhões de dólares por ano. Jackson tinha as melhores empresas de consultoria financeira do mundo trabalhando para ele, mantendo o controle de seus gastos, documentos de crédito, faturas de fornecedores e fluxo de caixa.

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Re: Conspiração Michael Jackson by Afrodite Jones TRADUZIDO

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